“Se tivesse de apostar, diria que [o OE2017] passava [em Bruxelas], mas não necessariamente pelas boas razões.”

(Teodora Cardoso,
Negócios, 27.10.16)

 

“O orçamento não justificaria o chumbo liminar de maneira nenhuma.”

(Idem, ibidem)

 

“Desde Dezembro [do ano passado], todos os meses tivemos algum entretenimento sobre esta matéria [receber e dar informações a Bruxelas]. Os votos que eu faço é que em Dezembro deste ano apenas festejemos o Natal.”

(Mário Centeno,
Ibidem)

 

“Entre os problemas míticos, imaginários, encontramos a histeria, não posso dizê-lo de outra forma, que se desenvolveu nos Estados Unidos quanto à influência que a Rússia terá tido nas eleições presidenciais.”

(Vladimir Putin,
Lusa, 27.10.16)

 

“Sempre que estiver em causa a vida de um doente, nós decidimos. Prefiro ir a tribunal por incumprimento da lei dos compromissos ou de um despacho do que ir a tribunal por homicídio.”

(Carlos Martins,
Público, 28.10.16)

 

“[Rui] Rio inicia contactos para alternativa a Passos.”

(Manchete do Expresso,
29.10.16)

 

“De repente, a economia está a criar mais postos de trabalho e a taxa de desemprego está a diminuir.”

(Nicolau Santos,
Ibidem)

 

“O ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, volta a mostrar a sua azia contra a solução política, ao afirmar que "Portugal foi muito bem sucedido até ao novo Governo".”

(Idem, ibidem)

“Um ministro de um país estrangeiro meter-se na política interna de outro país é sempre qualquer coisa de inaceitável. Seria a mesma coisa que Augusto Santos Silva criticar a Sra. Merkel pelo desastre que foi o seu apoio à Sra. Georgieva na eleição do SG da ONU.”

(Marques Mendes,
SIC, 30.10.16)

 

“Se não houver contrapartidas do Governo, o salário mínimo não pode passar os 540 euros.”

(João Vieira Lopes,
Diário de Notícias, 30.10.16)

 

“Há alguma demagogia das instituições internacionais quanto è rigidez [laboral] portuguesa.”

(Idem, ibidem)