“Oitenta por cento dos refugiados vêm do Iraque, do Afeganistão e da Síria, as guerras falhadas do Ocidente.”

(Enrico Letta,
Diário de Notícias, 23.11.16)

 

“O processo de estabilização política e social foi lento, mas superou as expectativas.”

(Marcelo Rebelo de Sousa,
Negócios, 24.11.16)

 

“Este orçamento [do Estado] é um orçamento eleitoralista e uma oportunidade perdida para o país de criar uma dinâmica forte de crescimento económico.”

(Assunção Cristas,
Observador, 24.11.16)

 

“O Governo confunde estabilidade com confiança, e confiança é o que não existe em Portugal.”

(Passos Coelho,
Diário de Notícias, 24.11.16)

 

“Começa a ser penoso continuar a escutar Passos Coelho a repetir o que diz há mais de um ano. Sem perceber que algo mudou em Portugal.”

(Fernando Sobral,
Negócios, 25.11.16)

 

“Se conseguirmos construir um acordo, ele será principalmente em torno das questões do salário mínimo.”

(Vieira da Silva,
Público, 25.11.16)

 

“Ou o deputado Leitão Amaro tem um profundo desconhecimento do RGIC [Regime Geral das Instituições de Crédito] ou uma disfuncionalidade cognitiva temporária.”

(Mourinho Félix,
Assembleia da República, 25.11.16)

 

“Peço desculpa aos senhores deputados se ofendi alguém.”

(Idem, ibidem)

“Marcelo e Costa em alta. PSD em mínimos históricos.”

(Manchete do DN, 25.11.16)

 

“O aumento das custas judiciais limitou o acesso à Justiça.”

(Francisca Van Dunem,
Ibidem)

 

“Se o PSD continuar igual ao que hoje é, Costa está nas suas sete quintas. Se o PSD mudar, de estratégia ou de liderança, tudo pode ser radicalmente diferente.”

(Marques Mendes,
SIC, 27.11.16)

 

“A direita, neste momento, não tem nem estratégia, nem calendário.”

(Morais Sarmento
RTP, 27.11.16)

 

“OCDE prevê que administração Trump duplique crescimento económico dos EUA.”

(Título do Expresso online, 28.11.16)