“[A UGT] sempre teve uma relação muito próxima com o PS, com o PSD e com o CDS, partidos (...) com quem temos uma relação de confiança.”

(Carlos Silva,
Público, 2.2.17)

 

“Vamos aguardar até ao final do ano para ver que condições é que há [para o aumento do salário mínimo para 580 euros].”

(Idem, ibidem)

 

“A UGT (...) acabou por ser acusada de ser o mordomo – ou de estar sempre ao lado dos patrões.”

(Idem, ibidem)

 

“Para nós [os patrões] não são adversários.”

(Idem, ibidem)

 

“Há organizações que não percebem o que é a cultura do poder.”

(Idem, ibidem)

 

“A UGT sempre esteve habituada a lidar com o poder.”

(Idem, ibidem)

 

“Já disse que a Europa tem o seu destino nas suas próprias mãos.”

(Angela Merkel,
Lusa, 3.2.17)

 

“Em cada cinco novos empregos, quatro são a prazo.”

(Miguel Cabrita,
Expresso, 4.2.17)

 

“Estamos claramente a falar de mais de um milhão de pessoas, entre as diferentes formas contratuais não permanentes.”

(Idem, ibidem)

 

“Não temos a ilusão de que esta política vai resolver os problemas do país.”

(João Oliveria,
Diário de Notícias, 4.2.17)

 

“O país está mobilizado contra Trump. Desde os movimentos contra a Guerra do Vietname nos anos 1960 que não assistíamos a este nível de mobilização política [nos EUA].”

(Peter Kuznick,
Diário de Notícias, 5.2.17)

 

“A legislação laboral que herdámos da troika e do governo PSD/CDS continua intocável.”

(Arménio Carlos,
Negócios, 6.2.17)

 

“A concertação social está a ser utilizada como "bunker" das associações patronais para tentar evitar qualquer mexida na legislação laboal.”

(Idem, ibidem)

 

“Já tiveram dois rombozinhos.”

(Idem, ibidem)