Aconteu
Emprego no Estado abaixo<br>de 2011

O número de trabalhadores ao serviço da administração pública registou um ligeiro aumento de 0,7 por cento no final de 2016 em relação ao ano anterior, no entanto continua 8,8 por cento abaixo do nível de 2011.
Segundo a Síntese Estatística do Emprego Público, divulgada dia 15, em 31 de Dezembro último os serviços do Estado contavam com 663 798 trabalhadores, ou seja menos 63 631 face a igual período de 2011.
A administração central é o subsector que revela a maior diminuição de emprego, face a 2011, com menos 44 662 postos de trabalho, ou seja, uma quebra de 8,1 por cento.
A síntese refere ainda que 76,3 por cento dos funcionários públicos encontram-se em entidades da administração central, 16,6 por cento na administração local e 5,6 por cento na administração regional autónoma.
O emprego no sector das administrações públicas representava, no final de 2016, cerca de 12,8 por cento da população activa e de 14,3 por cento da população empregada.


750 mil utentes<br>sem médico de família

No final de 2016 os utentes sem médico de família totalizaram 769 537, tendo pela primeira vez ficado abaixo de um milhão, segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde, divulgados dia 20.
De acordo com a mesma fonte trata-se da maior taxa de cobertura de sempre da população com médico de família (92,1%), representando um aumento de 26,6 por cento do número de utentes que passaram a ter médico de família, em relação a 2015.


Economia gera<br>saldo externo

Pelo quinto ano consecutivo, a economia portuguesa gerou um saldo externo em 2016, equivalente a 1,8 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) ou 3154 milhões de euros.
Na balança de bens, o défice baixou de 5,2 para 4,9 por cento do PIB, enquanto na balança de serviços o excedente saltou de 6,9 para 7,1 por cento.
No conjunto, o crescimento das exportações foi de dois por cento enquanto as importações evoluíram de 0,8 por cento.
Segundo dados divulgados dia 20 pelo Banco de Portugal, o sector do turismo deu um forte contributo, apresentando um saldo de 8831 milhões de euros.


«Cidade Pequena»<br>vence Urso de Ouro

O filme «Cidade Pequena», de Diogo Costa Amarante, foi distinguido, dia 17, com o Urso de Ouro para melhor curta-metragem no Festival de Cinema de Berlim.
Diogo Costa Amarante, nascido no Porto, em 1982, foi realizador, coprodutor, argumentista, director de fotografia, de montagem e co-responsável pelo som de «Cidade Pequena», filme que teve como protagonistas a irmã e o sobrinho do realizador, Frederico Costa Amarante Barreto e Mara Costa Amarante.
Com este prémio são já três os Ursos de Ouro atribuídos a realizadores portugueses, na categoria de curtas-metragens, pelo Festival de Berlim, depois de «Rafa», de João Salaviza, em 2012, e de «Balada de um Batráquio», de Leonor Teles, no ano passado.
O júri internacional do certame nomeou ainda o filme «Os Humores Artificiais», de Gabriel Abrantes, para o prémio de melhor curta-metragem europeia de 2017 nos European Film Awards.


Pesca da Caparica<br>é património cultural

A Arte Xávega da Costa de Caparica foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial.
A classificação foi publicada, dia 16, em Diário da República, pela Directora-Geral do Património Cultural que decidiu favoravelmente sobre o pedido apresentado pelo Município de Almada.
A autarquia apresentou a diligência em 2015 considerando que a inscrição potenciaria «a promoção cultural, a salvaguarda do património, a defesa de uma actividade económica de significativa expressão, e a divulgação e promoção turística desta região».


Filme sobre Amadeo<br>volta às salas

O filme que celebrou o centenário do nascimento de Amadeu de Souza Cardoso, realizado em 1988 por Paulo Rocha, esteve em exibição até ontem, 22, no Cinema Ideal, em Lisboa, devendo agora ser exibido noutros pontos do País.
A película, intitulada «Máscara de Aço Contra Abismo Azul», foi digitalizada e restaurada pela Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema e editada em DVD.



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