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Custo da mão-de-obra é o sexto mais baixo da ZE

O custo horário da mão-de-obra em Portugal é o sexto mais baixo da zona euro, segundo dados divulgados, dia 6, pelo Eurostat.
Apesar de ter subido 2,5 por cento em 2016 face ao ano anterior, o custo horário em Portugal foi de 13,70 euros, contra 13,40 em 2015, apenas à frente de Malta, Estónia, Eslováquia, Letónia e Lituânia, entre os países do euro.
No conjunto dos 28 estados-membros, este valor fixou-se em média nos 25,4 euros, no conjunto das actividades económicas (excluindo agricultura e administração pública), embora apresente fortes variações, entre os 4,4 euros, na Bulgária, e os 42 euros na Dinamarca.


Portugueses queram melhores salários

A maioria dos trabalhadores portugueses está descontente com a remuneração que aufere e com a falta de perspectivas de evolução na carreira, segundo revela Inquérito Nacional às Condições de Trabalho em Portugal Continental, apresentado dia 7, em Lisboa.
Segundo o estudo, realizado pelo Centro de Estudos para a Intervenção Social, com base numa amostra de 1500 trabalhadores e 1004 entidades empregadoras, apenas 41,9 por cento das mulheres e 32,8 por cento dos homens consideram ter uma «remuneração adequada ao trabalho» e somente cerca de 40 por cento, tanto de homens como de mulheres, qualificam de boas as perspectivas de progressão na carreira.
Em contrapartida, 89,9 por cento dos inquiridos sente-se satisfeito com o seu trabalho, não havendo diferenças, a este nível, entre mulheres e homens.


Aumento das imparidades leva banca ao vermelho

O aumento significativo das imparidades (perdas potenciais) e os menores resultados das operações financeiras foram os dois motivos que levaram o sistema bancário português a apresentar rentabilidade negativa em 2016.
Segundo a análise do Banco de Portugal divulgada dia 5, no último trimestre do ano passado (entre Outubro e Dezembro) verificou-se um «reforço significativo das imparidades para crédito» – ou seja, da constituição de provisões para fazer face a perdas potenciais – o que determinou que «a rendibilidade, positiva até ao final do terceiro trimestre, atingisse valores negativos no conjunto do ano».


Homenagens assinalam os 75 anos de Adriano

Várias iniciativas, realizadas dia 9, em Lisboa e no Barreiro, assinalaram os 75 anos do nascimento de Adriano Correia de Oliveira, «O trovador da liberdade».
Na capital, a Associação José Afonso celebrou a data com uma palestra pelo jornalista e programador cultural Ruben de Carvalho, a que se seguiu um concerto do grupo Folhas Soltas, que interpretou repertório de Adriano.
O músico foi também lembrado num espectáculo promovido na Academia de Santo Amaro, em Alcântara.
No Barreiro a efeméride foi marcada numa iniciativa da Câmara Municipal e da Associação Conquistas da Revolução, realizada no Auditório Municipal Augusto Cabrita, em que participaram músicos como Vitorino, Janita Salomé, Samuel e Nuno Tavares, entre outros.


UP distingue Carlos Mota Soares

A Universidade do Porto atribuiu, dia 7, o título de Doutor Honoris Causa a Carlos Mota Soares, professor catedrático do Instituto Superior Técnico (IST), em reconhecimento do seu extraordinário papel enquanto obreiro da modernização da engenharia mecânica em Portugal.
Mota Soares concluiu a formação em Inglaterra, onde trabalhou na British Leyland Motor Corporation e depois como investigador associado na Universidade de Southhampton.
Professor do Instituto Superior Técnico desde 1977, catedrático desde 1985, foi Director do Departamento de Engenharia Mecânica, do Centro de Mecânica e de Materiais da Universidade de Lisboa e do Instituto de Engenharia Mecânica, de que foi um dos fundadores.
A Universidade do Porto destaca ainda o contributo do professor «no reforço internacional da comunidade científica portuguesa».


Almada evoca obra de Romeu Correia

Uma exposição intitulada «Um homem chamado Romeu Correia», foi inaugurada, dia 8, em Almada para celebrar e divulgar a obra do escritor, desportista, cidadão, cinéfilo e dramaturgo, cujo centenário do nascimento se assinala.
A mostra promovida pela Câmara Municipal de Almada, patente Museu da Cidade, na Cova da Piedade, recorda que Romeu Correia participou no Movimento de Unidade Democrática – MUD (1945-47) e, após o 25 de Abril integrou a Frente Eleitoral Povo Unido – FEPU, tendo sido eleito na Assembleia Municipal de Almada.



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