Aconteu
Pobreza atinge 2,6 milhões de portugueses

Quase 2,6 milhões de portugueses estavam em risco de pobreza ou exclusão social em 2016, segundo indica o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento divulgado, dia 16, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Em relação ao ano anterior verificou-se uma redução de 1,5 pontos percentuais no índice de pobreza.
No mesmo período, o rendimento médio disponível por família aumentou 79 euros, para 1497 euros por mês, ou seja, 17 967 euros anuais. O valor de 2015 esteve ao nível de 2008.
O inquérito indica ainda que uma em cada dez pessoas tem falta de espaço para viver, dificuldade que afecta sobretudo as famílias com crianças dependentes (17%) e as que estão na pobreza (19,9%).
A taxa de risco de pobreza é calculada tendo em conta rendimentos abaixo do limiar de pobreza e indicadores de privação material.


Desemprego volta a cair

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego baixou 19,9 por cento em Abril, face a igual mês de 2016, para um total de 450 961 pessoas.
Segundo os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), divulgados dia 21, trata-se da maior redução em termos homólogos (correspondente a 112 mil pessoas) desde que há registo.
Em relação ao mês anterior, o número de desempregados registados diminuiu 4,4 por cento, o que representa menos 20,5 mil pessoas.
O desemprego afetava em Abril 50 694 jovens, o que representa uma redução homóloga de 28,4 por cento (menos 20,2 mil jovens) e uma redução mensal de 8,3 por cento (menos 4,6 mil jovens).
Já o número de desempregados de longa duração foi de 223,7 mil, diminuindo 16,6 por cento em relação ao mês homólogo (menos 44,5 mil pessoas) e 1,9 pro cento em termos mensais (menos 4,3 mil pessoas).
A nível regional, comparando com o mês de abril de 2016, o desemprego diminuiu em todas as regiões do país, destacando-se o Algarve e o Centro com as descidas mais acentuadas, respetivamente 27,9 por cento e 22,2 por cento.
Todos os grupos do ficheiro de desempregados registaram reduções, nomeadamente, os homens (-21,6%), os adultos com idades iguais ou superiores a 25 anos (-18,7%), os inscritos há menos de um ano (-22,9%), os que procuravam novo emprego (-19,5%) e os que possuem como habilitação escolar o secundário (-19%).


Portugal conquista 11 medalhas na canoagem

Os canoístas portugueses conquistaram 11 medalhas, das quais três de ouro, cinco de prata e três de bronze, na primeira Taça do Mundo de Velocidade da presente época, realizada entre os dias 19 e 21, em Montemor-o-Velho.
Fernando Pimenta foi o primeiro a conquistar o ouro, dia 20, em K1 1000. Este atleta viria ainda a obter duas medalhas de prata em K1 500m e K1 5000m, disputando esta última prova com o seu colega de equipa João Ribeiro, que saiu vencedor no photofinish, por uma diferença de apenas 0,220 segundos.
A terceira medalha de ouro pertenceu a Teresa Portela em K1 200m, enquanto a dupla Joana Vasconcelos e Francisca Laia arrebataram a prata em K2 200m e em K2 500m.
Na prova de C1 200m, Hélder Silva terminou em segundo lugar, logo seguido de Tiago Tavares.
Em K4 500m, E. Silva, D. Varela, J. Ribeiro e D. Fernandes chegaram à prata, havendo ainda a realçar o terceiro lugar obtido por Rui Lacerda, em C1 5000m.
A Taça do Mundo de Montemor-o-Velho reuniu cerca de 300 canoístas de 30 países.


Alcácer do Sal comemora 800 anos

O município de Alcácer do Sal assinalou, dia 20, os 800 anos da reconquista da cidade do litoral alentejano aos mouros, acolhendo a conferência intitulada «1147-1217 - Da Conquista de Lisboa à Conquista de Alcácer».
A conferência iniciou-se na véspera em Palmela, tendo encerrado no domingo, 21, em Sesimbra.
A efeméride foi ainda marcada com uma visita à Cripta Arqueológica do Castelo e o descerramento de uma placa comemorativa dos 800 anos da conquista da cidade.


Seara Nova é nome de rua

A revista Seara Nova passou a designar efectivamente uma artéria de Lisboa, com o descerramento da respectiva placa toponímica, cuja cerimónia teve lugar dia 22.
A Rua Seara Nova começa na Rua de Artilharia Um e termina na Travessa das Águas Livres, na zona das Amoreiras.A decisão de atribuir o nome da revista a uma rua da capital foi aprovada por unanimidade pelos vereadores da Câmara Municipal de Lisboa em 2015. Porém, a placa só agora viu a luz do dia identificando uma rua que até ao momento não tinha nome.



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