O povo de Beja tem muitos motivos para voltar a confiar na CDU
CDU apresenta em Beja projecto de continuidade

CONFIANÇA A CDU apresentou, em sessão pública, os primeiros candidatos à Câmara Municipal de Beja, o cabeça de lista à Assembleia Municipal e o mandatário concelhio. Em ambiente de grande confiança.

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Depois de quatro anos de trabalho, com bons resultados, a CDU propõe à população do concelho de Beja um projecto de continuidade e de desenvolvimento.

João Rocha, presidente da Câmara Municipal de Beja, que nas eleições autárquicas de 1 de Outubro será de novo o cabeça de lista da CDU na capital do distrito, reafirmou que «Beja tem futuro, tem uma estratégia, tem um projecto de desenvolvimento».

Falando na apresentação de candidatos da CDU em Beja, realizada no dia 6, nas Portas de Mértola, perante centenas de pessoas, João Rocha apelou à participação dos munícipes neste projecto de desenvolvimento. E assegurou aos bejenses que «com abertura, ultrapassando as diferenças, olhando aos sonhos que temos em comum para esta nossa terra, vamos ser capazes de transformar Beja num concelho de progresso e modernidade e onde seja ainda melhor viver».

Ladeado pelo Secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, e por outros dirigentes do Partido e do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), João Rocha fez um balanço muito positivo deste mandato autárquico, «com obra para mostrar e um forte investimento na economia, no desporto, no património, na cultura, nas infra-estruturas e no apoio social».

Trabalhando para as populações, a CDU em Beja devolveu a cidade aos habitantes, convidando-os a desfrutar da oferta cultural nos equipamentos e na rua. Tornou o concelho mais vivo e criativo, com a requalificação do património, as visitas e os roteiros guiados e a promoção do cante alentejano. Assumiu a intervenção no centro histórico enquanto factor de desenvolvimento, valorizando-o economicamente. Apostou na qualificação do concelho como pólo cultural, numa estratégia para estimular o investimento no turismo. Chegou ao fim do mandato com mais património, com edifícios adquiridos, espaços públicos requalificados e muitos projectos para continuar. Construiu uma posição financeira estável no município, diminuindo a dívida e os prazos de pagamento a fornecedores, recuperando a confiança, estimulando a economia. Atraiu investidores e criou condições de instalação de fábricas e empresas, promotoras de emprego e crescimento económico. Nos órgãos autárquicos, manteve a abertura na relação com o Governo, estabeleceu protocolos, disponibilizou terrenos para construção de equipamentos, sem nunca deixar de pressionar e reivindicar a conclusão dos investimentos estruturantes e acessibilidades.

Para João Rocha – que elogiou o contributo dos trabalhadores do município, das freguesias, do movimento associativo, de todas as instituições na afirmação do concelho de Beja –, a CDU tem um projecto de desenvolvimento, tem competência, experiência e «um relacionamento de excelência com os parceiros essenciais para construir um futuro de progresso». Pelo que confia que «os munícipes vão saber escolher, de novo, aqueles que têm provas dadas e oferecem a garantia de trabalho com honestidade, com competência e sem demagogia».

Candidatos em Beja
Na sessão pública, que foi dirigida por Maria de Jesus Ramires, da Comissão Concelhia de Beja do PCP, e que começou com música do trio Nau, foram cinco os candidatos da CDU apresentados.

O cabeça de lista à Câmara Municipal é João Rocha, o actual presidente. De 66 anos, engenheiro técnico, tem uma vasta experiência autárquica e é membro do PCP.

O número dois é Vítor Picado, de 40 anos, natural da Cabeça Gorda, psicólogo. Vice-presidente da Câmara, é membro do PCP.

Segue-se Sónia Calvário, de 43 anos, advogada e professora. É vereadora da Câmara. É independente.

O quarto candidato à Câmara é Rui Eugénio, de 49 anos, psicólogo. É funcionário público. Jogou andebol na Zona Azul e colaborou na Rádio Voz da Planície. São conhecidas as suas actividades como fotógrafo e como DJ. É independente.

Foi também apresentado o cabeça de lista à Assembleia Municipal. Trata-se de João Dias, de 43 anos, enfermeiro e professor. É membro do PCP.

Bernardo Loff, de 70 anos, médico, presidente da Assembleia Municipal de Beja há vários mandatos, membro do PCP, é o mandatário concelhio da candidatura.

A CDU vale a pena
A finalizar as intervenções e depois de Joaquim Correia, dirigente do PEV, falou o Secretário-geral do PCP, que saudou o «meritório trabalho» autárquico realizado neste mandato no concelho de Beja. Saudou também os candidatos da CDU, «cujos compromissos com o povo do concelho de Beja são inquestionáveis», «candidatos que se apresentam com uma larga e riquíssima experiência, com provas dadas no serviço público nos mais diversos domínios da actividade municipal e intermunicipal e conhecedores da realidade, dos problemas e dos desafios que se colocam ao desenvolvimento do concelho de Beja e de toda esta região do Alentejo»

Para Jerónimo de Sousa, «vamos para este combate eleitoral, que agora iniciamos, convictos de que é possível dar novos passos na resolução dos problemas do concelho de Beja e um salto qualitativo na luta pela alternativa no plano nacional, capaz de fazer de 2017, com a luta dos trabalhadores e do povo, um tempo de novos e mais decididos avanços no melhoramento das condições de vida do nosso povo».

Por isso, «dizemos com toda convicção que a CDU vale a pena». Vale a pena pelo trabalho positivo e eficaz que desenvolve, pelas suas propostas, pela seriedade e sentido de responsabilidade que os eleitos da CDU colocam no exercício das suas funções, pela voz que dá nas autarquias aos problemas, aspirações e reclamações das populações.

Por isso, «com segurança dizemos: vamos para estas eleições com a confiança e a convicção de que é possível dar um significativo impulso no reforço eleitoral da CDU. Estamos convictos de que no mandato que agora se aproxima do fim a CDU honrou os compromissos assumidos com o povo de Beja e que o povo de Beja tem motivos para voltar a confiar na CDU, confirmando-a como a força indispensável e necessária para a defesa dos seus mais genuínos interesses e, ao mesmo tempo, com mais CDU acrescentar força à luta e à razão de todos os que aspiram a uma outra política, patriótica e de esquerda, no plano nacional».




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