Lobby da energia é um dos mais fortes que temos em Portugal. (…) Quem conhece o dossier das rendas da energia sabe que o mais importante é cortar essas rendas e acabar com os privilégios que existem no sector da energia.”

(Álvaro Santos Pereira,
Público, 7.6.17)

 

A confiança [entre os partidos que viabilizam a actual solução de Governo] tem-se vindo a reforçar.”

(António Costa,
SIC, 7.6.17)

 

O lóbi da energia tem condicionado governos e esteve relacionado com a minha saída.”

(Henrique Gomes,
Diário de Notícias, 8.6.17)

 

Esse ambiente de esperança que se abriu no quadro da nova solução e fase da vida política nacional precisa de ser mantido para que a dialectica não funcione e se transforme noutro sentimento.”

(Jerónimo de Sousa,
Lusa, 8.6.17)

 

O mandato que [Theresa May] tem é perda de assentos, é perda de votos, é perda de apoio e perda de confiança. Penso que é suficiente para se ir embora e dar lugar a um governo que seja representativo das pessoas deste país.”

(Jeremy Corbyn,
Lusa, 9.6.17)

 

A partir de agora é de mal a pior. Tudo isto é o princípio do fim de Theresa May. Durará até os Conservadores forjarem um novo líder.”

(Marques Mendes,
SIC, 11.6.17)

 

Porque é que se fez a privatização da EDP antes de se tratar do corte das rendas de energia? Não devia ter sido ao contrário?”

(Idem, ibidem)

 

Num contexto de enorme abstenção, a vitória esmagadora do protopartido de Macron mostra mais a força do conservadorismo francês do que qualquer impulso de mudança.”

(Pacheco Pereira,
Público, 12.6.17)

 

Meti-nos nesta confusão e vou tirar--nos dela.”

(Theresa May,
Diário de Notícias, 13.6.17)

 

O facto de ter havido uma gestão de dívida completamente de curto prazo é uma herança que tem de ser denunciada.”

(Braga de Macedo,
Diário de Notícias, 6.6.17)

 

Sempre disse que a hipótese de incluir o Bloco de Esquerda e o PCP no jogo político efectivo era um avanço importante.”

(João Salgueiro,
Negócios, 22.5.17)

 

[A saída do Procedimento por Défice Excessivo] põe fim a um instrumento de chantagem e de pressão, mas provavelmente não será motivo suficiente para que a União Europeia deixe de chantagear e pressionar Portugal.”

(João Oliveria,
Correio da Manhã, 23.5.17)