Misericórdia de Seia tem de recuar

A Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Seia deve urgentemente recuar nas alterações dos horários de trabalho e resolver outros problemas laborais que «têm implicações muito sérias e negativas na vida profissional, pessoal e familiar dos trabalhadores», exige o CESP/CGTP-IN, num comunicado em que explica os motivos que levaram à realização de um protesto público, no dia 14 (na foto).

O pessoal que assegura o funcionamento permanente do lar e da unidade de cuidados continuados foi especialmente afectado pelo fim dos turnos rotativos. Mas o sindicato refere igualmente pressões para aceitar o aumento do horário para 40 horas semanais (por via da «adaptabilidade»), alterações ilegais de férias, casos de discriminação e incumprimento do pagamento de diuturnidades.

 



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