Aconteu
Fernando Pimenta sagra-se campeão do mundo

O canoísta Fernando Pimenta conquistou, no domingo, 27, a medalha de ouro em K1 5000 metros nos Mundiais de Canoagem que decorrem em Racice, na República Checa. Na véspera o atleta já tinha alcançado a medalha de prata em K1 1000 metros.
Nas Universíadas de Taipé (Taiwan), o maior evento desportivo universitário, que decorreu entre 19 e 30 de Agosto, reunindo mais de nove mil atletas, de mais de 190 países, Francisco Belo conquistou, dia 23, a medalha de ouro no lançamento do peso, registando um recorde pessoal com 20,86 metros.
No mesmo dia, Rui Bragança chegou à medalha de prata no Taekwondo, na categoria de -58Kg. Por sua vez, Marta Onofre conquistou o bronze, dia 26, na prova de salto com vara. A atleta lusa saltou 4,40 metros igualando a sua melhor marca da temporada. No domingo, 27, foi a ocasião de Diogo Ferreira conquistar a medalha de ouro no salto com vara, seguindo-se Nuno Borges, que chegou ao bronze, dia 28, no torneio de singulares de ténis.
Também a seleção portuguesa de Hóquei em Campo para atletas com deficiência intelectual sagrou-se, dia 23, campeã europeia, ao derrotar a Itália por 3-2 na final, disputada em Amesterdão, na Holanda.


Arquitectos portugueses ajudam reconstrução da Síria

Cinco arquitectos portugueses, entre os quais se destaca Siza Vieira, participam num projecto internacional, desenvolvido a pedido das Nações Unidas, para a reconstrução Síria, país devastado por uma longa guerra.
Segundo noticiou a agência Lusa, dia 24, citando a publicação Archdaily, o projeto foi iniciado por Marco Ballarin e Jacopo Galli na universidade IUAV de Veneza e reuniu 150 arquitectos de 26 países, que enviaram os seus cadernos de esboços.
Os primeiros esboços deram origem a uma exposição que decorreu em Veneza, entre Janeiro e Fevereiro deste ano.
Para Outubro está previsto o lançamento de uma série de livros com esboços elaborados por mais de 1300 estudantes de arquitectura que se juntaram ao projecto.
Para além de Siza Vieira, participam na iniciativa os portugueses Ricardo Bak Gordon, Guilherme Machado Vaz e Aires Mateus.


Festival de Vilar de Mouros recebeu 26 mil pessoas

O Festival de Vilar de Mouros, o mais antigo certame do género organizado em Portugal, voltou este ano a registar uma afluência recorde de público, com 26 mil pessoas que assistiram aos espectáculos durante os três dias (de 24 a 26).
Depois das primeiras edições, nos anos 60, organizadas pelo médico António Barge, em que foi palco de músicos de intervenção como Zeca Afonso ou Adriano Correia de Oliveira, o primeiro grande festival teve lugar em 1971, sendo considerado como o «Woodstock» português, trazendo ao nosso país nomes como Elton John e Manfred Mann, além os principais grupos pop portugueses. A segunda edição do festival só teria lugar em 1982, seguindo-se um longo interregno.
Foi pela mão da Junta de Freguesia da CDU que o histórico festival renasceu em 1996, tendo-se realizado nove edições até 2006. Após uma interrupção de oito anos, o festival voltou em 2014, estabilizando a sua organização a partir de 2016, mediante uma contrato que envolve a Camara Municipal de Caminha, a empresa Surprise & Expectation e a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros.


ONU alerta para crise humanitária

O director do Programa Alimentar Mundial, agência que faz parte da Organização das Nações Unidas, alertou, dia 25, para «a maior crise humanitária em 70 anos, com 20 milhões de pessoas perto de morrer à fome em quatro países».
Em entrevista à agência Lusa, David Beasley apontou em particular a gravidade da situação no Iémen. «O país está à beira de colapso total. A desnutrição das crianças está a níveis altíssimos, impedindo uma geração inteira de alcançar todo o seu potencial».
Além do Iémen, milhões de pessoas estão em risco de fome na Somália, no Sudão do Sul e na Nigéria. Beasley reconhece que a situação em todos estes países «infelizmente deve-se a conflitos provocados pelo homem».
Na segunda-feira, 28, o sinal de alarme veio da UNICEF, segundo a qual mais de 180 milhões de pessoas não têm acesso a água potável em países afectados por guerras, violência e instabilidade.
O Fundo das Nações Unidas para a Infância refere com particular preocupação os casos do Iémen, país em que as redes de abastecimento de água estão em risco iminente de colapso, e da Síria, onde o conflito está no sétimo ano e «cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de água potável, incluindo cerca de 6,4 milhões de crianças», lê-se no documento.



Resumo da Semana
Frases