Trabalho, Honestidade e Competência – boas razões para votar CDU

ALTERNATIVA A CDU – Coligação Democrática Unitária, PCP–PEV, apresenta-se em todo o País às eleições autárquicas de 1 de Outubro com um património ímpar: o seu projecto alternativo, o carácter distintivo da sua acção e provas dadas ao serviço da população.

«Trabalho, Honestidade e Competência» há muito que deixou de ser um mero slogan para se transformar na imagem de marca da CDU, traduzindo de facto o que a distingue no poder local. Falar da gestão da CDU, quando em maioria, ou da sua intervenção, quando em minoria, significa sempre falar de uma presença e de um percurso de trabalho e de obra norteados pelo interesse público, do respeito pelos compromissos assumidos, do dever democrático de prestação de contas, de uma intervenção inovadora e na resposta a exigências indispensáveis ao progresso e desenvolvimento local, sempre em estreita ligação com as populações e sem dispensar a sua intervenção.

No domingo, quando forem às urnas, os eleitores vão escolher projectos e equipas determinantes para o futuro das suas autarquias nos próximos quatro anos. Na hora da decisão importa ter presente que a CDU se apresenta de cara levantada e mãos limpas, sem se esconder sob falsos projectos «independentes» que a coberto de candidaturas de cidadãos eleitores acolhem, na maioria das situações, arranjos partidários ou são espaço de promoção de ambições pessoais ou de interesses económicos. Na hora de votar, a escolha é entre os vendedores de promessas e uma força, a CDU, que respeita a palavra dada, presta contas, não abandona as populações na luta pelas suas aspirações e direitos.

Tendo essencialmente um carácter local, as eleições autárquicas assumem nesta nova fase da vida política nacional uma maior relevância, na medida em que dar mais força à CDU, a grande força de esquerda no poder local, é reforçar a possibilidade de afirmar o carácter diferenciador das suas propostas e opções, a dimensão de alternativa à gestão e projectos de outras forças políticas, sejam ela o PSD ou o CDS, o PS ou o BE, de prosseguir no caminho de reposição de rendimentos e direitos, de uma verdadeira alternativa democrática e de progresso para o País.

 

CDU – Um projecto distinto

  • Gestão democrática e participada.

  • Exercício de cargos públicos norteado pela recusa de benefícios pessoais.

  • Intervenção coerente em defesa do poder local e da sua autonomia.

  • Exigência de devolução das freguesias roubadas ao povo e inequívoco compromisso da sua reposição.

  • Defesa intransigente dos serviços públicos e do acesso à saúde, educação, cultura, protecção social, habitação e à mobilidade.

  • Melhoria do ambiente e salvaguarda do património natural.

  • Defesa da gestão pública da água enquanto bem público.

  • Valorização dos trabalhadores das autarquias locais, dos seus direitos e condições de trabalho.

  • Clara assumpção de critérios de gestão pública e de recusa das opções de privatização.

 

CDU – Convergência, unidade, participação

  • A CDU – Coligação Democrática Unitária, PCP-PEV é um amplo espaço de convergência democrática onde milhares de homens e mulheres, com ou sem filiação partidária, encontram lugar para uma enriquecedora intervenção cívica e política, um espaço de trabalho e realização em defesa do progresso e desenvolvimento locais, um factor de elevação e transformação das condições de vida das comunidades.

  • A CDU é o factor mais decisivo para dar solução aos problemas e à promoção do desenvolvimento e progresso locais.

  • A CDU é a certeza de uma intervenção em defesa dos direitos das populações e dos trabalhadores.

 

Sempre com os trabalhadores

  • Os trabalhadores sabem que podem contar com a CDU na defesa e avanço nos seus direitos e para levar mais longe a sua luta e acção reivindicativa:

  • Contra a precariedade.

  • Pelo direito à reforma sem penalizações para trabalhadores com 40 anos de descontos.

  • Por aumento dos salários e do salário mínimo nacional para 600 euros.

  • Pelo respeito da contratação colectiva e dos direitos nela consagrados, contra os cortes no subsídio de desemprego, pela reposição dos dias de férias.

  • Na garantia de defesa das 35 horas.

  • Na melhoria suas condições de trabalho, instalações e equipamentos.

 



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