Aconteu
Prestações de desemprego caíram 15% em Setembro

O número de beneficiários de prestações de desemprego caiu 15 por cento em Setembro, em comparação com igual período de 2016.
Segundo dados divulgados dia 20, a Segurança Social pagou prestações de desemprego a 188 969 beneficiários, mais 3496 (1,9%) do que em Agosto, mas menos 33 172 (-14,9%) do que em Setembro do ano passado.
As prestações de desemprego incluem o subsídio de desemprego, o subsídio social de desemprego inicial e o subsequente, o prolongamento do subsídio social de desemprego e a medida extraordinária de apoio aos desempregados de longa duração.


Eurostat confirma redução do défice em 2016

O Eurostat confirmou, dia 23, que o défice orçamental de Portugal se fixou, em 2016, em dois por cento do Produto Interno Bruto (PIB), contra 4,4 por cento em 2015.
Por outro lado, a dívida pública portuguesa, evoluiu no sentido contrário, tendo subido dos 128 por cento em 2015 para os 130,1 por cento em 2016, um dos valores mais altos na zona euro e na União Europeia, só ultrapassado pela Grécia (180,8%) e Itália (132%).
Porém, 16 estados-membros têm dívidas públicas acima dos 60 por cento do PIB, e vários outros rondam ou ultrapassam o rácio de cem por cento, caso do Chipre (107,1%) ou da Bélgica (105,7%).
Por outro lado, três estados-membros apresentaram um défice acima dos três por cento do PIB, caso da Espanha (4,5%), França (3,4%) e Roménia (3,0%).
Em sentido inverso, o Luxemburgo (1,6%), Malta e Suécia (1,1% cada), Alemanha (0,8%), República Checa (0,7%), Grécia e Chipre (0,5%), Holanda (0,4%) e Lituânia (0,3%) tiveram excedentes orçamentais no mesmo ano.


Remessas dos emigrantes sobem para 300 milhões

As remessas os portugueses a trabalhar no estrangeiro atingiram no mês de Agosto 297,8 milhões de euros, o que representa uma subida de 17,1 por cento, face aos 254,3 milhões de euros enviados no mesmo mês do ano passado.
De acordo com os dados divulgados dia 19 pelo Banco de Portugal, os emigrantes em França enviaram a maior fatia das remessas, no valor de 105,8 milhões de euros.
Em sentido inverso os trabalhadores estrangeiros em Portugal enviaram para os seus países de origem 40,7 milhões de euros, o que representa uma descida de 12,6 por cento face aos 46,5 milhões enviados em Agosto de 2016.


Exposições revisitam obra de Júlio de Resende

A Fundação Júlio Resende assinalou, dia 23, o centenário do nascimento do pintor, com a inauguração de exposições evocativas do seu centenário, que estarão patentes em Gondomar e em Matosinhos, no distrito do Porto.
Sob o lema «Celebrar e repensar Júlio Resende (1917-2011) no centenário do seu nascimento», a mostra compreende três exposições temáticas: uma antológica, outra sobre a «Linha do Tempo» e uma última dedicada à obra pública do pintor natural do Porto, «autor de uma obra vastíssima, desenvolvida entre os anos 30 do século XX e a primeira década do século XXI», refere a organização.
A obra pública é tratada também numa exposição patente na Galeria Municipal de Matosinhos até 27 de Janeiro e numa outra, a inaugurar na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, sobre o projeto «Mar Novo», não concretizado, para Sagres.


APE premeia Ana Margarida de Carvalho

A Associação Portuguesa de Escritores (APE) atribuiu, dia 18, o Grande Prémio de Romance e Novela à escritora Ana Margarida de Carvalho, pelo romance «Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato».
Como jornalista, a autora recebeu, entre outros, os prémios Gazeta Revelação do Clube de Jornalistas de Lisboa, o do Clube de Jornalistas do Porto e o da Casa de Imprensa.
Em 2013, o seu primeiro romance, «Que Importa a Fúria do Mar», venceu por decisão unânime do júri o Grande Prémio de Romance e Novela APE, em 2013.


Morte de Neruda ainda por apurar

A causa de morte do poeta chileno Pablo Neruda, em 1973, não foi um cancro na próstata, como ficou declarado na certidão de óbito, segundo garantiu, dia 21, uma equipa internacional de investigadores que examinou os restos mortais de Neruda exumados há quatro anos.
A investigação da morte do poeta foi exigida, em 2011, pelo Partido Comunista chileno, após o seu antigo motorista, Manuel Araya, ter afirmado que Neruda teria sido envenenado.
Apesar de concluírem que Pablo Neruda não morreu de cancro, os investigadores não conseguiram ainda determinar a verdadeira causa da morte.



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