Aconteu
Poder de compra aumentou ligeiramente

O poder de compra em Portugal fixou-se em 77,3 por cento da média da União Europeia em 2016, acima do ano anterior (76,8%).

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o Produto Interno Bruto (PIB) per capita expresso em Paridades de Poder de Compra (PIBpc) no ano passado foi «ligeiramente superior ao verificado em 2015».

«Entre os 19 estados-membros que integram a zona euro, Portugal ocupava, em 2016, a 14.ª posição, abaixo do Chipre (82,6%) e à frente da Eslováquia, Lituânia, Estónia, Grécia e Letónia», acrescenta o INE num estudo divulgado dia 14.

Portugal ocupa a mesma posição no que respeita à Despesa de Consumo Individual per capita, embora este indicador tenha diminuído ligeiramente, passando de 81,8 por cento face à média europeia para 81,7 por cento, assinala o INE.


Portugueses têm frio dentro de casa

Três quartos dos portugueses afirmam ter frio dentro de casa durante o Inverno, enquanto um quarto diz que as habitações são quentes no Verão. Apenas um por cento refere que a sua casa é termicamente confortável, segundo mostra um inquérito do portal Construção Sustentável, divulgado dia 18.

O estudo, realizado em colaboração com a Quercus, revela ainda que entre os que têm a casa fria, 35 por cento recorrem a mais roupa e mais equipamentos para se aquecerem, 21 por cento têm equipamentos para esse fim e 20 por cento só fazem uso de mais vestuário.

A associação aponta o baixo poder de compra e a electricidade mais cara da Europa como razões para muitos portugueses terem de enfrentar o frio em casa apenas com mais roupa.


TdC alerta para riscos da dívida pública

O Tribunal de Contas (TdC)alertou, dia 18, para os riscos que comportam a «acumulação de elevados níveis de dívida pública, bem como as responsabilidades contingentes associadas a empresas públicas, mas também a sociedades-veículo, como o BPN, e ao sector financeiro».

No seu parecer sobre a Conta Geral do Estado de 2016, o Tribunal afirma que, no final de 2016, o stock de dívida pública, na óptica de Maastricht, totalizava 240 958 milhões de euros.

Parte desta dívida resultou dos apoios concedidos à banca, os quais rondaram 14 600 milhões de euros entre 2008 e 2016. Segundo o TdC só em juros relativos aos empréstimos contraídos para salvar os bancos o Estado pagou 1823 milhões de euros.


Prémio Valmor distingue obras na capital

O Prémio Valmor e Municipal de Arquitectura foi atribuído, dia 18, a um conjunto de obras realizadas em Lisboa entre 2013 e 2016.

Relativamente ao ano de 2013, a obra de ampliação e nova cobertura da ETAR de Alcântara valeu o Prémio Valmor a Frederico Valsassina, Manuel Aires Mateus e João Ferreira Nunes. Foram ainda atribuídas três menções honrosas.

No ano de 2014, a obra de alteração do Banco de Portugal, Museu do Dinheiro, da autoria de Gonçalo Byrne e Falcão de Campos, foi a vencedora do prémio, tendo sido atribuídas menções honrosas a outros dois projectos.

Já em 2015 foi reconhecida a excelência do projecto de alteração dos Terraços do Carmo, valendo a Álvaro Siza Vieira, em conjunto com Carlos Castanheira, o seu primeiro Prémio Valmor. Foram ainda atribuídas duas menções honrosas.

Por último, o prémio de 2016 coube à obra de alteração do Cine-Teatro Capitólio, com assinatura de Alberto Souza Vieira. Outros dois projectos tiveram menções honrosas.


Dia mais curto celebrado com cinema

Mais de 30 localidades portuguesas exibem hoje, quinta-feira, 21, curtas-metragens associando-se ao Dia Mais Curto, iniciativa internacional que, coincidindo com o solstício do Inverno, celebra a diversidade do formato curto de cinema.

Promovido em Portugal pela Agência da Curta-Metragem, O Dia Mais Curto conta com quatro programas de curtas-metragens e mais de 90 sessões de cinema para todas as idades e para todos os públicos.

Em destaque estão as novas curtas portuguesas, uma vez que são raros os casos em que chegam ao circuito comercial de exibição.


Área de vinha recuou em Portugal

Portugal perdeu 47 mil hectares de vinha em cerca de dez anos, segundo afirmou a secretária-geral da Associação de Vinhos e Espirituosas de Portugal (ACIBEV).

«Passámos de 240 mil hectares de vinha [há cerca de dez anos] para 193 mil hectares em Julho de 2016», revelou, dia 13, Ana Isabel Alves, durante um encontro em Lisboa.

A responsável explicou ainda que, nos próximos anos, não é expectável que o País consiga recuperar a área de vinha, tendo em conta as regras da União Europeia estipulam que, por ano, os países só podem aumentar o número de hectares de vinha em um por cento.




Resumo da Semana
Frases