A valorização dos trabalhadores é garante da alternativa
97 anos comemorados com acção e iniciativa

INICIATIVA Em centenas de iniciativas por todo o País o PCP comemora o seu 97.º aniversário, ao mesmo tempo que leva a cabo a campanha nacional pela valorização dos trabalhadores, assente no contacto directo.

O comício de sábado, em Lisboa, e o almoço de domingo, no Seixal, marcaram o arranque «oficial» das comemorações do aniversário do PCP, que estão a ser marcadas pela realização de centenas de almoços, jantares, iniciativas de debate e convívio. Ao todo, são milhares de militantes e simpatizantes do Partido que nelas participam.

As comemorações prolongam-se pelas próximas semanas e Jerónimo de Sousa participa em algumas delas: no comício de dia 11 na Maia; no jantar na Ribeira Brava no dia 16 e, dois dias depois, no almoço regional do Alentejo, que este ano tem lugar em Beja.

No refeitório da sede nacional do Partido, na Rua Soeiro Pereira Gomes, realizou-se na segunda-feira, 5, o tradicional almoço de aniversário, reunindo dezenas de dirigentes, funcionários e colaboradores da estrutura central do PCP. A intervenção evocativa ficou a cargo de Rui Braga, do Secretariado, que sublinhou a «vitalidade e força» do Partido, possíveis pela abnegação e coragem das anteriores gerações de comunistas e pela «intensa e dedicada militância de muitos milhares de militantes».

O dirigente comunista realçou em seguida aspectos relevantes da situação internacional e nacional, destacando os perigos e potencialidades que a caracterizam, e apontou as tarefas centrais que estão colocadas ao colectivo partidário. Entre estas sublinhou a acção de reforço do Partido e a afirmação da política patriótica e de esquerda que o PCP propõe aos trabalhadores e ao povo. A campanha nacional «Valorizar os trabalhadores. Mais força ao PCP», que no imediato é uma tarefa prioritária, insere-se naqueles dois eixos centrais da acção partidária.

Contacto com trabalhadores

É precisamente o desenvolvimento desta campanha que está, neste momento, a mobilizar grande parte das energias das organizações do Partido. Voltada para o contacto directo com os trabalhadores, nas empresas e locais de trabalho, a campanha chega a fábricas de diversos sectores produtivos, a multinacionais da indústria, da logística e dos serviços, a portos e aeroportos, a cadeias de distribuição ou empresas de transporte, a centros de contacto e hospitais, a agências bancárias e câmaras municipais…

Com esta campanha, o PCP pretende contribuir para aumentar a consciencialização dos trabalhadores relativamente aos seus direitos, dar a conhecer as suas propostas para os valorizar e mobilizar para a indispensável luta pela sua defesa, reposição e conquista.

Para além do folheto distribuído em mão aos trabalhadores, a campanha consta ainda de três cartazes relativos a três grandes reivindicações: o aumento geral dos salários, a redução da jornada de trabalho e o combate à precariedade.




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