Breves
COIMBRA E VISEU
PCP reafirma urgência de intervir no IP3

O PCP reagiu ao anúncio do Governo de que pretende requalificar o IP3 através de uma nota conjunta das direcções das organizações regionais de Coimbra e Viseu, divulgada na semana passada. Nesse texto, as estruturas partidárias sublinham que «não basta manifestar intenções, é necessário estabelecer datas, definir verbas e prazos para a execução das obras». Destacam, igualmente, que o anúncio do Governo não pode ser desligado da luta das populações, e em particular da Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, e também da intervenção constante do PCP, que há muito propõe a requalificação daquela via. Para o Partido, a intervenção no IP3 é urgente e deve incidir prioritariamente na resolução de questões há muito identificadas, como a requalificação do piso, a reparação de barreiras e taludes, a melhoria dos nós de acesso a povoações e zonas industriais e a construção de caminhos paralelos para acesso a propriedades, barreiras sonoras nas zonas habitacionais e vedações para evitar a passagem de animais. Quanto a obras estruturais, o PCP defende a duplicação da via e separador central e recusa a introdução de portagens.


OVAR
Município tem que pôr fim às cheias em Esmoriz

Militantes comunistas do concelho de Ovar estiveram recentemente junto das populações de Esmoriz a recolher testemunhos dos moradores acerca dos efeitos das inundações que, uma vez mais, afectaram aquela localidade. Para os comunistas, a causa deste problema reside no mau escoamento das águas pluviais, não existindo, segundo as populações, «respostas concretas e definitivas, por parte das entidades responsáveis», para a sua resolução. A Câmara de Ovar e a Junta de Esmoriz, particularmente, «não apresentam soluções e sobretudo não partem para a acção», denuncia o PCP, que na Assembleia Municipal questionou o executivo acerca das razões para a falta de escoamento de águas pluviais naquela zona e das medidas que pretende tomar para a resolver. 


LOULÉ
Artistas e artesãos valorizam o calçadão de Quarteira

A Comissão Concelhia de Loulé do PCP está solidária com a «justa luta» dos artistas e artesãos que há cerca de 40 anos exercem a sua actividade no «calçadão» de Quarteira e que se vêem agora impedidos de o fazer pela autarquia, que pretende remetê-los para outro local. Para o Partido, a decisão do executivo municipal põe em causa as mais de 40 famílias que aí exercem a sua actividade profissional e é contrária aos «próprios interesses económicos e de promoção turística da freguesia e do próprio município».