Enfermeiros prosseguem a luta

No âmbito da acção «Mais enfermeiros contra a ruptura», anunciada pelo SEP/CGTP-IN a 11 de Maio, na véspera do Dia Internacional do Enfermeiro, decorre um conjunto de greves, concentrações e plenários, ao nível de instituições de Saúde, e que na última semana de Junho assume dimensão nacional.

A par de exigências comuns – admissão de enfermeiros, descongelamento das progressões a todos e pagamento do suplemento remuneratório dos enfermeiros especialistas –, são focadas situações em cada unidade de Saúde. Sobressaem casos de redução de pessoal, por não renovação de contratos com vínculos precários.

No dia 24, com marcação de greve, realizou-se uma concentração frente ao Hospital de Santa Maria. A apoiar as reivindicações, o SEP divulgou que vai ser entregue um abaixo-assinado, dirigido à administração e Centro Hospitalar Lisboa Norte (que engloba o Hospital Pulido Valente) e aos ministros da Saúde e das Finanças, com cerca de 900 subscritores.

No mesmo dia, teve lugar uma concentração no Hospital do Litoral Alentejano. A União dos Sindicatos de Setúbal notou que a redução de enfermeiros prejudica o Serviço Nacional de Saúde e favorece um hospital privado de Sines.

Na segunda-feira, dia 28, realizou-se uma acção de protesto no Hospital Garcia de Horta (Almada), contra o despedimento de mais de 20 enfermeiros e pela urgente contratação de profissionais, objectivos apoiados por um abaixo-assinado com mais de 300 subscritores.

Ontem, no Centro de Medicina de Reabilitação Rovisco Pais, na Tocha (Cantanhede) ocorreu uma greve de três horas.

 



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