EUA separaram 2000 crianças das suas famílias em seis semanas.”

(Título, Público, 17.6.18)

 

É um ensino secundário pobre e redutor aquele que se limita a preparar alunos para os exames de acesso ao superior. Por isso é que se fala da necessidade de um novo modelo de acesso que não dependa dos exames.”

(Filinto Lima, Correio da Manhã, 18.6.18)

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou os ‘distúrbios com videojogos’ como um problema de saúde mental na nova edição da Classificação Estatística Internacional de Doenças, publicada online ontem.”

(Karla Pequenino, Público, 19.6.18)

 

Centenas de crianças filhas de imigrantes que tentaram entrar ilegalmente nos Estados Unidos foram postas em armazéns no Sul do Texas onde foram montadas gaiolas. É ali que esperam pelos pais.”

(Notícias, 19.6.18)

 

Ter notícia do encerramento de postos da GNR ou ver o único banco público a fechar balcões é tudo o que não podia acontecer depois de Pedrógão.”

(Paula Ferreira, JN, 19.6.18)

 

No Iémen está a decorrer um massacre interminável, esquecido pela comunidade internacional, que nalguns casos vendeu milhares de milhões de dólares de armamento a um dos principais intervenientes no conflito, a Arábia Saudita.”

(Fernando Sobral, Negócios, 19.6.18)

 

Ajudas aos bancos nos últimos dez anos custaram o equivalente a 23 pontes Vasco da Gama.”

(Joaquim Aguiar, Negócios, 19.6.18)

 

A economista italo-americana, Mariana Mazzucato, interpreta a crise financeira em 2008 como tendo sido provocada pelo excesso de dívida, mas privada e não pública, considerando que foram os governos quem salvou o sistema capitalista da ruptura, quando não só injectaram dinheiro no sistema financeiro como até adquiriram activos ao sector privado para evitarem a sua destruição.”

(idem, ibidem)