Breves
Itália volta a proibir desembarque de migrantes

O ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, voltou a proibir, dia 12, o desembarque de 67 migrantes recolhidos por um navio da guarda costeira transalpina.

Os migrantes foram inicialmente salvos pelo rebocador italiano Vos Thalassa, ao largo da costa líbia, alguns dos quais terão provocado uma revolta a bordo, com receio de serem devolvidos ao local de partida.

Em funções desde 1 de Junho, Salvini já proibiu a entrada em portos italianos de navios de ONG que operam no salvamento de migrantes no Mediterrâneo.

O responsável pelo Interior pretende ainda alargar esta proibição aos navios das missões internacionais, posição que, segundo a imprensa, é contestada por uma facção do Movimento 3 Estrelas, principal partido da coligação governamental que integra a Liga de Matteo Salvini.


Cruz Vermelha denuncia políticas migratórias

O presidente da Federação Internacional da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho, Francesco Rocca, repudiou, dia 10, as políticas migratórias restritivas, considerando «inaceitáveis» as acções e a retórica dos governos que criminalizam os imigrantes e as pessoas que os auxiliam.

Referindo-se à situação de «emergência» que se vive no Mediterrâneo, Rocca apelou à eliminação dos obstáculos que impedem a ajuda humanitária.


Um em cada dez jovens não estuda nem trabalha

A percentagem de jovens (entre os 15 e os 24 anos) que não trabalham nem estudam fixou-se nos 10,6 por cento no primeiro trimestre do ano, no conjunto dos 28 estados-membros, segundo uma estimativa divulgada, dia 12, pelo Eurostat.

A taxa apresenta um ligeiro recuo face ao período homólogo (10,9%) e ao último trimestre de 2017 (10,8%).

Na zona euro a percentagem é mais elevada (10,8%), apesar de ter recuado em termos homólogos (11%) e na variação trimestral (10,9%).

Em Portugal, os jovens sem ocupação representam 8,8 por centro, taxa abaixo da verificada no primeiro trimestre do ano anterior (9,2%).