Pela paz, todos não somos demais
CPPC promove Encontro em defesa da Paz

LOURES O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) vai realizar, dia 20 de Outubro, em Loures, um Encontro pela Paz. Um conjunto alargado de organizações já confirmaram a sua participação.

O encontro – no Pavilhão Paz e Amizade, entre as 10h30 e as 17h00, aberto ao público em geral – é realizado «em conjunto com diversificadas organizações sociais que, na sua prática quotidiana, tomam clara e inequívoca posição pública contra a guerra e manifestam sincera determinação em defender os valores da paz», informa o CPPC.

Num primeiro momento, aderiram a este desafio a Câmara Municipal de Loures; a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional; a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto; a Federação Nacional de Professores; a Juventude Operária Católica; a Liga Operária Católica; o Movimento Democrático de Mulheres; o Movimento Municípios pela Paz; o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente; a Pastoral Operária e a União de Resistentes Antifascistas Portugueses.

A iniciativa tem como objectivo geral contribuir para a promoção da mobilização e intervenção em defesa da paz e pela rejeição do militarismo, da corrida aos armamentos, e da guerra, tendo presente os princípios constantes na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas.

Três temas centrais

O Encontro pela Paz irá funcionar em plenário, sendo convidadas organizações e personalidades a intervir sobre a defesa da paz e/ou a acção desenvolvida ou a desenvolver neste âmbito.

«Paz e desarmamento» é um dos três temas centrais, para abordar a rejeição do militarismo, da corrida aos armamentos e da guerra; o encerramento das bases militares estrangeiras; a abolição das armas nucleares e outras armas de destruição massiva; a dissolução de blocos político-militares como previsto na Constituição da República Portuguesa. Neste ponto, será ainda examinada a defesa da paz; o desanuviamento das relações internacionais; o desarmamento universal, simultâneo e controlado; o respeito dos princípios da Carta das Nações Unidas e do Direito Internacional.

Outro dos temas é «Cultura e educação para a paz», onde não será esquecida a educação para a paz e uma cultura de paz; a importância do envolvimento das escolas, dos professores, da juventude, das autarquias locais, do movimento associativo, dos artistas, dos sindicatos, dos jornalistas, das mulheres.

«Solidariedade e cooperação» é o último tema proposto, sob o ângulo da solidariedade com os «povos vítimas de ingerência e da agressão externas, incluindo do colonialismo» e «os migrantes e refugiados».

 



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