Aconteu
Nelson Évora sagra-se campeão europeu

O português Nelson Évora sagrou-se, dia 12, pela primeira vez, campeão europeu do Triplo Salto ao ar livre, com a marca de 17,10 metros, nos campeonatos europeus de atletismo, decorrido em Berlim, Alemanha.

Campeão mundial em 2007 e campeão olímpico em 2008, o atleta do Sporting, de 34 anos, obteve a sua melhor marca da temporada, ao quinto ensaio.

Esta foi a segunda medalha de ouro de Portugal nestes Europeus, depois da vitória de Inês Henriques nos 50 km Marcha.


Energia em Portugal é das mais caras da UE

Portugal foi o terceiro país da União Europeia (UE) que apresentou, em 2017, os preços mais elevados da electricidade e do gás.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, o preço do quilowatt-hora no nosso país (23,6 cêntimos) apenas foi inferior aos praticados na Bélgica e na Dinamarca (28,5 e 26,7 cêntimos respectivamente).

Também no que se refere ao gás, os portugueses pagam os preços mais elevados do bloco comunitário (9,3 cêntimos KW/h), apenas atrás da Irlanda e da Suécia (9,6 e 12 cêntimos, respectivamente).

Este primeiro estudo comparativo a nível comunitário, divulgado dia 7, não refere dados da Alemanha, Espanha, Itália e Chipre, tanto no que respeita à electricidade como ao gás, bem como de Malta, Finlândia e Grécia, no que respeita ao gás.

O preço da eletricidade por quilowatt-hora variou entre o mínimo de 9,7 cêntimos, na Bulgária, o máximo de 28,5 cêntimos na Bélgica. Na maioria dos países os preços oscilaram entre os dez e os 20 cêntimos.

O preço do quilowatt-hora do gás variou entre os três e os 12 cêntimos (Roménia e Suécia, respectivamente). A maioria dos países analisados apresentou valores inferiores a oito cêntimos.

 


Bienal homenageia Cruzeiro Seixas

A 20.ª edição da Bienal de Arte de Vila Nova de Cerveira, inaugurada dia 10, promove uma homenagem ao pintor Cruzeiro Seixas, «um dos máximos expoentes do surrealismo português», que inclui uma mostra retrospectiva da sua obra plástica e poética.

O evento, a decorrer até 23 de Setembro, tem como tema «Artes Plásticas Tradicionais e Artes Digitais – O Discurso da (Des)ordem», afirmando-se como um local de encontro, debate e investigação de arte contemporânea.

Mais de 600 obras, de 400 artistas, de mais de 30 países serão apresentadas ao público, durante aquela que é a mais antiga bienal de arte do País e da Península Ibérica. Para além do Castelo de Cerveira e da vila de Monção, no distrito de Viana do Castelo, a mostra estende-se a Alfândega da Fé, no distrito de Bragança, e a Vigo, na Galiza.


A luta pelos baldios vista por João Gralheiro

O livro «Dos Baldios até à Publicação da Lei 75/2017, de 17 de Agosto», da autoria de João Gralheiro,  foi apresentado, dia 26 de Julho, em Vila Real, pelo professor Oliveira Baptista.

Na sessão intervieram Carlos Silva vereador da Câmara Municipal e Armando Carvalho, presidente da Federação Nacional dos Baldios (Baladi), que patrocinou a edição.

A iniciativa foi encerrada pela intervenção do autor, culminando na encenação de um diálogo dramatizado de «Quando os Lobos Uivam», de Aquilino Ribeiro.

A propósito do livro, a Baladi recorda a luta dos povos contra a apropriação dos baldios pela ditadura de Salazar e Caetano.

«Com a sua devolução histórica aos povos, com o 25 de Abril e o movimento dos compartes, foi possível combater leis iníquas, que pretendiam impedir o livre usufruto e posse, segundo os usos e costumes, pelos seus legítimos detentores, os compartes». A nova Lei, embora com muitas lacunas, «consolida direitos fundamentais, recuperando o património que Abril nos tinha devolvido.»



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