Crescimento do PIB é indissociável da reposição de rendimentos e direitos

Reagindo aos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística relativos ao crescimento do Produto Interno Bruto em Portugal, o PCP, através de José Lourenço, membro da comissão de assuntos económicos junto do Comité Central, salientou que «a economia portuguesa cresce a um ritmo superior a 2 por cento há oito trimestres consecutivos», algo que «é indissociável da devolução de rendimentos, do aumento das pensões e reformas, do aumento do Salário Mínimo Nacional e da redução da carga fiscal sobre o trabalho».

Outros aspectos evidenciados pelo dados do INE, disse ainda José Lourenço em declaração à comunicação social no passado dia 14, é o a facto de «este ritmo de crescimento, sem desequilíbrio da balança externa, obrigar a uma aposta na produção nacional e no investimento», o que, dado o elevado nível de desinvestimento feito na economia nas últimas décadas» - tendo como consequência o acumular dos «recursos financeiros necessários para alavancar esse investimento» -, permite concluir que «o País só terá esses recursos se se libertar das amarras do défice e da dívida a que está sujeito pela União Europeia».




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