Protesto em alta na hotelaria

Os sindicatos da hotelaria, restauração e turismo estão a realizar, durante o mês de Agosto, acções de esclarecimento dos direitos dos trabalhadores e de denúncia do incumprimento do contrato colectivo, incluindo a tabela salarial, por grande parte das empresas.

Mesmo num período de elevadas receitas, foram detectados casos de salários em atraso em duas unidades, na jornada que o Sindicato da Hotelaria do Centro levou a cabo na sexta-feira, dia 17, em Coimbra e na Figueira da Foz. No dia anterior, nos concelhos de Peniche, Óbidos e Nazaré, foram registadas situações de trabalho suplementar não registado e não pago, incumprimento da tabela salarial e jovens sem contrato em postos de trabalho permanentes.

No início do mês, após uma deslocação porta-a-porta na cidade de Braga, o Sindicato da Hotelaria do Norte registou duas ou três excepções ao panorama geral de desrespeito do novo contrato colectivo. «Os trabalhadores estão a ser roubados em 68 euros por mês desde Abril», protestou o sindicato da Fesaht/CGTP-IN, responsabilizando a Autoridade para as Condições do Trabalho «por este clima de impunidade».

 



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