«Os trabalhadores dos nossos sindicatos, quando fazem greve, têm redução do salário e entendem essa greve como um investimento de curto e médio prazo para melhorar as condições de trabalho.»

(Arménio Carlos,
Público, 27.12.18)

«Vamos ter aí muita coisa a mexer, muitas lutas a fervilhar.»

Idem, Ibidem

«A erosão da carreira docente e a proletarização da classe não é uma imposição orçamental como se quer fazer acreditar. É um projecto político claro (…) destinado a domesticar uma classe profissional, por se considerar excessivo o poder negocial dos seus sindicatos.»

(Paulo Guinote,
Púbico, 28.12.18)

«Tem de existir uma dotação que nos aproxime da média europeia de investimento no ensino superior. O subfinanciamento crónico vai levar a pontos de ruptura.»

(Fontainhas Fernandes, Presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas,
Público, 28.12.18)

«Quantos portos se negarão a deixar os navios atracarem quantos governos lhes [migrantes] dirão que batam a outra porta (…) Já que estamos em pleno Natal, lembremos que Jesus Cristo era refugiado, tendo fugido de morte certa para país estrangeiro pouco depois de nascer.»

(Teresa Pizarro Beleza,
Público, 28.12.18)

«Um misto de ignorância, arrogância e manipulação, eis o que se avizinha para o Brasil dos próximos anos.»

António Rodrigues,
i, 31.12.18)

«Bolsonaro traz agora para ideologia oficial do Brasil tudo aquilo que foi a cartilha da ditadura portuguesa, o mesmo ódio às “ideologias”, a religião como parte do Estado, a defesa dos valores das famílias ultra-conservadoras, o mesmo horror aos “vermelhos”.»

(Ana Sá Lopes,
Público, 2.1.19)