Breves
«Tolerância zero» no Seixal

A Câmara Municipal (CM) do Seixal aprovou, no dia 30 de Janeiro, a tomada de posição «Melhor qualidade de vida – Tolerância zero à poluição industrial». O documento reitera a salvaguarda dos valores ambientais e a qualidade de vida das populações como princípios fundamentais, como tem sido desde sempre a postura da autarquia, contribuindo, de forma empenhada, para a eliminação da poluição industrial.

Em Janeiro, o medidor de partículas inaláveis na Aldeia de Paio Pires, no Seixal, ultrapassou durante 13 dias o valor-limite de protecção da saúde humana.

Uma vez mais, a CM exige aos ministérios do Ambiente e da Economia, bem como à Siderurgia Nacional Seixal/Megasa, a assunção das suas responsabilidades na resolução desta situação «totalmente inaceitável».


Évora liquida PAEL

A Câmara Municipal de Évora vai contrair um empréstimo bancário superior a 22 milhões de euros para liquidar o Programa de Apoio à Economia Local (PAEL), contratado em 2013 pela anterior gestão do PS, com um valor de 32 milhões de euros.

Segundo Carlos Pinto de Sá, presidente da autarquia, o novo empréstimo, aprovado por unanimidade, terá «condições mais vantajosas» e permitirá, ainda que gradualmente, «desonerar o povo de Évora da hipoteca que lhe foi imposta».


Falta de médicos na Madeira

Numa iniciativa junto ao Centro de Saúde da Nazaré, no Funchal, a Comissão de Utentes do Serviço Regional de Saúde denunciou, no dia 31 de Janeiro, a imensa falta de médicos na Região Autónoma da Madeira. Filipe Olim, da Comissão, referiu, como exemplo, que 51 por cento dos utentes inscritos nos centros de saúde do Funchal não têm médico de família, uma situação «inconcebível».

Neste sentido, exige-se que seja aplicada na Região a Lei n.º 79/2015, que estipula que nenhuma criança e jovem fique privado de médico de família e que a todos os recém-nascidos seja automaticamente atribuído um médico de família.