[Joe Berardo] Brincou aos casinos com os quase 300 milhões de euros que a CGD lhe emprestou, numa guerra de poder pelo controlo do BCP, e não lhe aconteceu nada.”

(Pedro Ivo Carvalho,
Jornal de Notícias, 6.02.19)

 

A justificação ideológica para a crise venezuelana encontra-se na doutrina Monroe. Os EUA pretendem manter uma posição de força no continente americano, e impedir que potências rivais se intrometam na sua esfera de influência exclusiva, algo que faz de uma forma sistemática desde 1823.”

(Carlos Branco,
O Jornal Económico, 7.02.19)

 

Os que choram lágrimas de crocodilo pela fome dos venezuelanos, são os mesmos que aplaudem o bloqueio económico e financeiro, com sabotagem da importação de bens de primeira necessidade.”

(Agostinho Lopes,
O Jornal Económico, 8.02.19)

 

Acho que o senhor ministro dos Negócios Estrangeiros, quando diz que a decisão do Governo português [de reconhecer Juan Guaidó] vai ao encontro das expectativas da comunidade portuguesa, não é correto.”

(Luís Jorge dos Santos,
Conselheiro das Comunidades Portuguesas, Sol, 9.02.19)

 

Se convocássemos eleições, eles iriam inventar qualquer coisa para não ir a votos, como em 2017. Eles não querem eleições, querem um golpe de Estado como o de Pinochet.”

(Nicolás Maduro,
Correio da Manhã, 10.02.19)

 

É para mim evidente que o que está em causa é haver, na Venezuela, um Governo que não alinha com a ‘ordem vigente’.”

(Rui Sá, Jornal de Notícias,
11.02.19)

 

«Como os decisores nacionais preferem ignorar o elefante na sala a enfrentar os credores, o país deve continuar com níveis obscenos e insustentáveis de dívida externa durante anos senão décadas»

(Ricardo Cabral,
Público, 11.2.2019)

 

Para haver rédea curta [sobre o sector financeiro] seria necessário democracias suficientemente fortes, que não fiquem vulneráveis à captura por parte dos interesses bancários.”

(Ricardo Paes Mamede,
11.02.19)