Breves
<i>Metro</i>

Parar em greve nos dias 15 e 24 de Março foi a decisão tomada, dia 23, pelos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, contra «brutais medidas que superam o corte efectuado em várias empresas públicas», e para responderem a um clima laboral que «está nitidamente a deteriorar-se», graças à «repressão através de processo disciplinares», informou a Lusa.


<i>STCP</i>

Protestar contra os gastos com a apresentação dos novos autocarros de dois pisos foi o motivo da manifestação, sábado, no Castelo do Queijo, promovida pelos trabalhadores da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto. Os cortes salariais, a redução da oferta de transporte e falhas entre os horários afixados e os realmente cumpridos, foram outras razões fundamentais do protesto.


<i>Transtejo</i>

Uma greve contra a violação «intencional» do Acordo de Empresa pela administração foi convocada pelos trabalhadores da Transtejo para 23 de Março, por três horas por turno e às horas extraordinárias, durante 60 dias, recusando deslocações para fora do rio Tejo. A decisão foi tomada segunda-feira, «num dos mais participados plenários dos últimos anos», disse o dirigente da FECTRANS/CGTP-IN, José Augusto. As organizações representativas dos trabalhadores informaram que a direcção de pessoal revelou, a 14 de Fevereiro, que a administração está a adoptar, desde 1 de Janeiro, medidas que violam o AE.


Loures

Uma concentração com plenário, diante da Câmara Municipal de Loures, com desfile até à reunião pública do Executivo, marcada para ontem, contra a retirada do subsídio de deslocação para refeição. Depois de já terem cumprido uma greve, entre os dias 1 e 4 de Fevereiro, os trabalhadores do município continuam à espera de que o presidente da Câmara, Carlos Teixeira (PS), apresente ao Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local uma proposta concreta sobre a matéria, como prometeu.