«Portas aceitou pagar 30 milhões a mais pelos submarinos /Alemães reduziram capacidade operacional dos navios mas o preço inicial manteve-se. Ex-ministro [Portas] aprovou negócio»

(Título e pós-título de 1.ª página, Jornal de Notícias, 18.04.11)

 

«Se de repente nos colocassem 100 mil milhões nas mãos e nos cobrassem uma taxa “simpática” de 5%, ao fim de um ano, para além de devolver os 100 mil milhões, ainda teríamos de pagar cinco mil milhões de euros de juros. (…) Ou seja, esta coisa de “ajudar” países falidos não é tão má como os finlandeses a pintam.»

(Rafael Barbosa, ibidem)

 

«Estou com o ministro Silva Pereira, faça-se tudo longe da praça pública, não vão os contribuintes portugueses lembrar-se de contestar o negócio.»

(Idem, ibidem)

 

«Está também nas nossas mãos levantar a cabeça e dizer não à ingerência e rejeitar a submissão»

(Honório Novo, ibidem)

 

«Nem a Comissão Europeia, nem o BCE, nem o FMI, nem mesmo os governos de Lisboa, perderão o sono por causa dos milhões de pessoas desesperadamente à procura de um emprego»

(Domingos Ferreira, Público, 16.04.11)

 

«Acresce que, para além da destruição da nossa frota pesqueira, cuja imensa riqueza oceânica é agora explorada por outras frotas, na mira dos nossos redentores estão agora as empresas estatais nacionais mais rentáveis (…), nomeadamente CGD, Águas de Portugal, etc., que alguns actores políticos subservientemente pretendem alienar alegadamente em nome do equilíbrio das contas públicas.»

(Idem, ibidem)

 

«Por conseguinte, quem pagará o preço de todo este desvario? Como sempre os mais vulneráveis, claro, e, muito em particular, as gerações mais novas»

(Idem, ibidem)

 

«Porque se insiste em chamar “ajuda” a um empréstimo que os portugueses vão pagar com língua de palmo e cuja contratualização vai ter consequências violentas sobre o modelo de organização social e sobre a vida das pessoas? Ajuda a quem? Aos bancos, que especulam nas bolsas e que emprestam dinheiro aos estados?»

(São José Almeida, ibidem)