AIL exige respostas na habitação
A Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) criticou, em nota de dia 18, as medidas tomadas pelo Governo em relação à crise de acesso à habitação.
«Em vez de melhorarem a situação e estimular a oferta de casas, designadamente as 250 mil vagas e devolutas, [o Executivo veio] estimular a procura de imóveis pelas famílias e jovens social e economicamente mais favorecidas e intensificou a procura e a aquisição de casas por estrangeiros endinheirados beneficiando de favores fiscais, de que resultou nova pressão sobre os preços das casas».
Na nota, a AIL reiterou medidas que considera urgentes (e que constam do seu memorando reivindicativo), como a regulação, registo e fiscalização do mercado de arrendamento, a contenção das rendas e estímulos para a disponibilização das casas vagas e devolutas.




