António Filipe com a APAV e CNJ
Dois encontros – com a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) e com o Conselho Nacional de Juventude (CNJ), nos dias 1 e 2, respectivamente – preencheram a agenda desta semana de António Filipe, candidato a Presidente da República.
Na segunda-feira, após o encontro com a APAV, António Filipe defendeu, em declarações à imprensa, que é dever do Estado garantir que todas as vítimas por detrás de cada crime sejam apoiadas. «Compete ao Estado fazer a sua parte, garantindo os recursos humanos, materiais, logísticos e financeiros para que nenhuma vítima de um crime fique sem o apoio que lhe é devido», afirmou o candidato, reconhecendo que existem «insuficiências grandes» nessa área. Valorizou ainda o «valor inestimável» da acção desenvolvida pela APAV, recordando os mais de 105 mil atendimentos realizados em 2024, em colaboração com as autoridades policiais e judiciárias. «Há uma grande exigência relativamente a esta matéria que implica meios, implica vontade e capacidade», afirmou, reclamando do Estado meios para garantir, por exemplo, que as vítimas de violência doméstica consigam alterar o seu local de residência ou que tenham a protecção devida a partir do momento da denúncia.
No dia seguinte foram as preocupações e os anseios dos jovens que se destacaram durante um encontro com o CNJ. A participação juvenil na vida democrática foi outro dos temas suscitados, de forma a influenciar a construção de melhores políticas públicas para os jovens e para o País.
Ambos os encontros se realizaram a pedido do candidato.




