- Nº 2705 (2025/10/2)O deputado Alfredo Maia apresentou em conferência de imprensa, no dia 26, três projectos de lei da autoria da bancada comunista destinados a valorizar os reformados e pensionistas, valorizando quem trabalha e trabalhou uma vida inteira.
Lusa
Noutra iniciativa, propõe-se a eliminação de penalizações aos trabalhadores que já tenham acedido à pensão antecipada, para a qual foram empurrados em 2015 (sob o então governo Passos Coelho). A estes reformados, se já tiverem atingido a idade legal de reforma, ser-lhes-ão eliminadas as penalizações, aplicando-se os diplomas legislativos mais favoráveis entretanto aprovados (designadamente, em 2017, 2018 e 2019).
O terceiro projecto pretende alargar o número de escalões de pensões mínimas, que deixarão de ser quatro para passarem a ser seis (dependentes do número de anos civis de carreira contributiva), bem como aumentar a percentagem de indexação desses escalões ao Indexante dos Apoios Sociais, «reparando», como se escreve no documento, «a injustiça a quem contribuiu por 30, 40 ou mais anos».
No dia anterior, 25, deu entrada no Parlamento um projecto de lei do PCP que prevê a atribuição de um complemento vitalício de pensão de 100 euros aos antigos combatentes beneficiários do complemento especial ou do acréscimo vitalício de pensão. Além disso, prevê-se que os antigos combatentes cuja pensão seja inferior ao salário mínimo nacional a vejam actualizada por forma a atingir esse valor.