CDU tem de voltar à Câmara de Guimarães
Pouco depois das 21 horas, já se iam juntando as mais de duzentas pessoas que escolheram, na noite de segunda-feira, dar mais força à CDU.
Antes do momento musical, em que Rui Afonso e Sissa fizeram questão de lembrar que «não há só gaivotas em terra»,«quando um homem se põe a pensar» e que «mulher na democracia não é biombo de sala», falámos com João, que recordou os tempos de jovem e as visitas ao pai na cadeia fascista. Um passado de luta e resistência que orgulha qualquer um, também isso caracteriza este projecto.
Mais à frente, Heloísa Apolónia, dirigente dos Verdes, afirmou que «não exercemos os mandatos fechados em gabinetes», e que a importância de eleger, como vereadora, Mariana Silva, ganha ainda maior dimensão com o anúncio de Guimarães como capital verde europeia em 2026.
A primeira candidata à autarquia vimaranense tinha já frisado a importância de combater a forte tendência de envelhecimento no concelho, com um «projecto firme e jovem». Às batalhas na câmara e na assembleia municipal juntam-se 55 batalhas nas assembleias de freguesia no concelho, para esta que é a única força que avança em todas as freguesias da cidade berço.




