Votar na CDU – o voto que conta!
No próximo domingo, o voto que assegura uma vida melhor nas nossas terras é na Coligação Democrática Unitária (CDU), frente unitária e popular que defende os serviços públicos e os direitos dos trabalhadores e das populações, promove a participação popular, apresenta soluções para os problemas locais e afirma um rumo de justiça e progresso social para o País. Mais do que um lema, “Trabalho, honestidade e competência” é uma forma de estar e de intervir dos eleitos da CDU.
Fazer da campanha autárquica uma grande ação de contacto, esclarecimento e mobilização
A campanha da CDU faz-se todos os dias de múltiplas iniciativas – comícios e visitas, arruadas e contactos rua a rua, porta-a-porta. É o que se está a fazer um pouco por todo o País, afirmando o projecto autárquico da Coligação, dando a conhecer programas e candidatos, ouvindo críticas e sugestões, propondo soluções, alargando a unidade e a convergência em torno de soluções para os problemas locais.
Nas intervenções que proferiu nas várias acções em que participou – e foram tantas, em vários concelhos e regiões –, Paulo Raimundo insistiu na necessidade de, nos últimos dias, multiplicar as acções e duplicar os contactos. As pernas até podem doer e a voz até pode falhar, mas a campanha tem de se intensificar até ao último minuto, sublinhou o Secretário-Geral do PCP, para quem a justeza das propostas e do projecto da CDU é mais forte do que qualquer dor.
Lembrando que nenhuma outra força concorrente às eleições autárquicas agrega tantos independentes como a CDU – que tem 12 mil candidatos sem filiação partidária –, o dirigente comunista insistiu na ideia de que a coligação PCP-PEV é uma «grande frente unitária e popular» capaz de agregar todos quantos desejem viver melhor nas suas terras. Para além de comunistas, ecologistas e outros democratas sem partido, a CDU está aberta a mais gente, independentemente de opções de voto anteriores. Os candidatos da CDU são gente séria e com provas dadas, gente ligada à vida que as populações conhecem – e, como se afirma no lema, se conhecem, confiam.
Se os milhares de candidatos e activistas que compõem a CDU estão a construir voto a voto o resultado eleitoral, o reforço da coligação e do projecto que comporta está já aí: «estamos a fazer da campanha autárquica uma grande acção de contacto, esclarecimento e mobilização para a luta que se impõe por uma vida melhor.»
A CDU
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concorre aos órgãos municipais (Câmaras e Assembleias) de 304 concelhos do País – todos os de Portugal continental e da Região Autónoma da Madeira e a 15 dos 19 municípios açorianos
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tem listas a 1572 freguesias distribuídas por todo o País
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apresenta, em todas as listas, mais de 35 mil candidatos. Cerca de 45% são mulheres e 12 mil não têm filiação partidária
Razões para um voto seguro e verdadeiramente útil
A CDU
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tem um valioso património de trabalho e obra realizada e é portadora de um projecto distintivo em prol da melhoria das condições de vida das populações
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assegura uma gestão ditada por critérios de rigor e um exercício de mandatos ao serviço das populações
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é um amplo espaço de convergência e unidade em torno da resolução dos problemas locais, que procura unir em torno do progresso local e do interesse público, comum e geral, todos quantos aspiram a ver as suas condições de vida realizadas
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combate a especulação e apresenta soluções para o grave problema da habitação
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defende a distribuição, o controlo e a qualidade da água e saneamento e a recolha dos resíduos sólidos enquanto serviços públicos
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defende intransigentemente os direitos das populações à saúde e à educação, ao desporto e à cultura, à mobilidade e aos transportes, à segurança e à tranquilidade pública, a um ambiente saudável e a espaços públicos qualificados
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bate-se pela reposição das freguesias reclamadas pelo povo e ainda em falta
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assume uma atitude coerente e determinada na representação dos interesses populares e na reivindicação dos direitos que cabe ao Estado garantir
«Quando germinam projectos demagógicos em que: se constituem como falsas alternativas forças que no essencial partilham as mesmas concepções; se forjam candidaturas “independentes”, muitas das quais meras barrigas de aluguer de candidatos desavindos ou desconsiderados pelos seus partidos; se desenham alianças sem critério, orientadas apenas para disfarçar fraquezas ou ausência de intervenção local; se fabricam e promovem frentismos sem qualquer adesão ao que está em decisão em eleições locais – a afirmação da CDU, do seu projecto, da sua obra e da comprovada dedicação e postura ética dos seus eleitos, em contraste com PSD, PS e CDS (a que se junta agora a presença de Chega e IL), são a garantia de uma gestão ao serviço do interesse público e da valorização da vida local.»
in Comunicado do Comité Central do PCP, 30 de Junho de 2025




