Opções que importam para a emigração
No dia 1, António Filipe endereçou uma mensagem aos emigrantes portugueses que, independentemente das razões que os levaram a procurar uma vida melhor noutros países, «não esquecem, nem deixam de ter nas [suas] preocupações, o seu País», «marcado por profundas injustiças e desigualdades» e pelo «contraste entre a imensa maioria, sujeita a baixos salários e pensões, e uma minoria que continua a acumular cada vez mais riqueza».
A valorização da cultura e do ensino do Português no estrangeiro, o reconhecimento da importância do movimento associativo na emigração, a exigência de um Estado presente, com serviços consulares de proximidade que respondam verdadeiramente às necessidades, são vectores da candidatura, que defende ainda a criação de condições «para que aqueles que queiram regressar a Portugal o possam fazer». O candidato garante que não se conforma com o facto de mais de dois milhões de portugueses terem de procurar a sua realização profissional fora do País, «o que faz de Portugal um dos países com maior proporção de emigrantes».




