Perversidade e barbárie
Não é fácil inventariar os crimes do imperialismo e do sionismo no Médio Oriente, em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano, no Irão, e no mundo. É preciso estudar a matéria com rigor, porque inevitavelmente, um dia, mesmo que agora não pareça, toda a verdade virá à tona e a justiça fará o seu caminho.
A ofensiva imperialista em curso, inseparável da crise estrutural do sistema, a agressão, os crimes e a guerra sem quartel imposta a todos os que procuram defender a sua soberania, constitui uma gravíssima ameaça à própria sobrevivência da humanidade. O confronto com a Carta da ONU, as Convenções de Genebra, a Constituição da República Portuguesa e o direito internacional, são o terreno em que EUA, Israel e outros se movimentam para impor ao mundo a tutela neocolonial, o domínio, militar, económico, geopolítico, de recursos, infra-estruturas e mercados.
As inúmeras mistificações e perversidades imperialistas, sob comando democrata ou republicano, visam criar realidades alternativas ficcionais para manipular amigos e adversários. Com Trump é tudo ainda mais “insano”, por exemplo, sobre a guerra e o Estreito de Ormuz, todos os dias coisas contraditórias, (manobras tácticas ou mais um qualquer negócio ilícito, vá-se lá saber!).
Sucedem-se operações “falsa bandeira” para enganar ou facilitar a “aliados enganados” encaixar nos interesses EUA, como agora no pretenso “ataque de mísseis do Irão” a Diego Garcia, a cerca de 4000 Km, o que justificaria mais intervenção da NATO, mas afinal era apenas o falso ataque de um submarino israelita. E há centenas de “falsas bandeiras”, atribuídas a Teerão, mas sempre encaixando no objectivo do “grande Israel” de inviabilizar a Palestina.
O paradigma da guerra imperialista e sionista contra o Irão e os povos e países que resistem é o terrorismo de Estado, são os crimes de guerra, o assassínio selectivo, de populações e crianças, de não combatentes, religiosos, famílias inteiras até pelo menos a quarta geração. É a barbárie das declarações de Trump, dos EUA e Israel, de quem assassinaram e vão assassinar a seguir, o que mostra o declínio moral e a barbárie em que estão mergulhados o imperialismo e o sionismo.
Em nome dos interesses e valores da humanidade é imperiosa a luta contra a guerra e a barbárie, para travar o imperialismo e o sionismo.




