1961 – Cuba proclama o socialismo e derrota agressão
O mês de Abril de 1961, fez por estes dias 65 anos, foi decisivo para o rumo da Revolução cubana. As profundas transformações operadas desde 1959 confrontaram o domínio norte-americano sobre o país, que desde a independência funcionava como um protectorado dos EUA. Praticamente desde o primeiro dia, e até hoje, a Revolução cubana enfrenta a agressão e a ingerência do imperialismo norte-americano.
Depois do bombardeamento do porto de Havana, em 1960, em Abril de 1961 os EUA atacaram os aeroportos de San Antonio de los Baños, Ciudad Libertad e Santiago de Cuba. No dia 16 desse mês, na cerimónia fúnebre dos cubanos assassinados nessas ataques, o Comandante em Chefe Fidel Castro afirmou que o imperialismo não perdoava Cuba por ter feito «uma Revolução Socialista bem debaixo do nariz dos Estados Unidos»: «esta é a Revolução socialista e democrática dos humildes, com os humildes e para os humildes. E por esta Revolução dos humildes, pelos humildes e pelos humildes, estamos dispostos a dar a vida», acrescentou.
Dias depois, 1400 mercenários treinados e financiados pela CIA desembarcam na Baía dos Porcos, a sul de Cuba, mas foram derrotados pelas forças cubanas. Comemorando os 65 anos desta importante vitória, o Presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, afirmou que «o momento é extremamente desafiador e nos convoca novamente, como naquele 16 de Abril de 1961, a estarmos prontos para enfrentar sérias ameaças, entre elas a agressão militar. Não a desejamos, mas é nosso dever prepararmo-nos para a evitar e, se necessário, vencer».




