Procuradores param contra acumulo de funções
Os procuradores estiveram em greve no dia 24, com efeitos sentidos em vários tribunais e serviços por todo o País, inclusive com diversas paralisações totais, particularmente no Alentejo, Algarve e regiões autónomas.
Estes magistrados exigem que o concurso de colocações deste ano, ao contrário do de 2025, não contenha lugares com acumulação de áreas funcionais e consequente trabalho simultâneo em vários departamentos.
Os profissionais «não estão de acordo com o sacrifício da especialização nem com a sobrecarga de trabalho», assinalou, no mesmo dia, em conferência de imprensa, Paulo Lona, do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
Na dia23, o PCP emitiu um comunicado onde valoriza a realização da greve e exige ao Governo a contratação dos profissionais em falta, mais investimento na justiça e a valorização da especialização, das condições de trabalho e de carreiras.




