Unidade na Carris com direitos
O Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal propôs às demais organizações representativas que se realize um plenário geral, a 18 de Setembro, para discutir com todo o pessoal a proposta enviada pela administração em Julho.
A partir dessa discussão, deverão ser definidas «posições que permitam a existência de uma proposta conjunta», para responder à administração.
O sindicato da FECTRANS/CGTP-IN reafirmou, a 19 de Agosto, que a posição patronal de 10 de Julho «é inaceitável, nos termos em que está, ao colocar em causa direitos consagrados, desde sempre, no Acordo de Empresa».
Agora, contudo, «não é o momento para se pensar numa resposta, ponto por ponto», à proposta da administração, porque deve ficar concluído o processo negocial anual de 2026. Da administração da Carris, o sindicato espera uma resposta a um texto que, embora não subscrito pelas outras organizações sindicais, assenta nas decisões do último plenário geral, admitindo «encerrar o processo de 2026, com a aplicação de 70 euros na tabela salarial, de 0,82 euros no subsídio de refeição» e com aceitação da proposta patronal sobre a redução para as 35 horas semanais, «mas com a consagração em Boletim do Trabalho e Emprego de todas as fases da calendarização».




