PCP faz oitenta e cinco anos
Um Partido mais forte
O aniversário do PCP foi assinalado, no dia 4, com um grande comício realizado em Almada, no mesmo espaço que recebeu o XVII Congresso do Partido. Milhares de militantes e amigos do Partido não faltaram à festa e, com entusiasmo militante, deram corpo à ideia de que «Sim, é possível um PCP mais forte!».
Sala cheia para o comício de aniversário do Partido Comunista Português. No mesmo recinto onde, há pouco mais de um ano, se realizou o XVII Congresso do PCP, os comunistas comemoraram o seu 85.º aniversário com um grandioso comício que contou com milhares de participantes. Entre eles, os membros das delegações estrangeiras que participavam no encontro internacional promovido pelo PCP (ver página 10). Sempre que alguém referia a presença destas delegações, soavam na sala fortes aplausos e era reafirmada a convicção de que «a luta continua». Também Álvaro Cunhal, sempre que era referido em alguma intervenção ou sempre que a sua imagem apareceu no ecrã gigante, merecia uma calorosa e sincera ovação.
Em ano de reforço do Partido, Joana Toscano, da JCP, entregou a Jerónimo de Sousa sessenta novas inscrições no Partido e anunciou a entrada de 500 novos militantes para a JCP. Para a jovem comunista, o oitavo Congresso da JCP, a realizar em Maio em Vila Nova de Gaia, será um «grande momento de afirmação da JCP e do ideal comunista».
Ao apresentar o comício, Paula Henriques, do Comité Central, lembrou que «pelo nosso Partido passaram várias gerações dos melhores filhos e filhas do povo». Muita gente, recordou, sacrificaram o «seu bem-estar, muitas vezes a liberdade e também a vida para que o nosso País fosse melhor, tendo por horizonte a libertação da exploração do homem pelo homem». Também hoje, reafirmou, «todos estaremos dispostos a dar o melhor de nós» para continuar no «caminho aberto pelos que nos precederam, um Partido de futuro e para o futuro».
Seguido sempre com um grande entusiasmo por parte dos presentes, o comício de aniversário do PCP contou ainda com a voz inconfundível de Luísa Basto.
No final, um grande abraço uniu os milhares de comunistas presentes, que cantaram, com fundada confiança, o Avante, camarada, A Internacional e A Portuguesa. Falou também o secretário-geral do PCP, cuja intervenção publicamos, na íntegra .


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