Campo de Concentração do Tarrafal
inaugurado há setenta anos

A memória dos crimes continua viva

Inspirado na Itália e na Alemanha
Em Portugal houve fascismo!
Ao contrário do que muitos «historiadores» pretendem fazer crer, o «Estado Novo» não foi apenas um «regime autoritário conservador». Em Portugal houve fascismo, em muito semelhante aos regimes existentes na Itália de Mussolini e na Alemanha de Hitler.

A morte à espreita

Presos organizavam-se e comunicavam com o exterior
Quebrar o isolamento e resistir

Objectivo: exterminar!
O Campo da morte lenta
Criada em Abril de 1936, através do decreto n.º 25 539, a «Colónia Penal do Tarrafal» tinha como objectivo confesso «recolher os presos condenados a pena de desterro, pela prática de crimes políticos».

A «Frigideira» matava…
Para quebrar a vontade e a têmpera dos prisioneiros, os carcereiros aplicavam por nenhum motivo castigos severos na «Frigideira». A maioria dos presos não vergou, apesar dos pesados castigos. O comunista Gabriel Pedro passou, ao todo, 135 dias na famigerada cela. O relato que se segue descreve a «Frigideira»:

Último preso saiu em 1954
Uma vitória da luta

Heróis e mártires
Aqui ficam, por data de falecimento, os nomes dos mártires que faleceram no «Campo da Morte Lenta».

Entrevista com José Casanova,
membro da Comissão Política do PCP

«É indispensável
guardar a memória dos tempos sombrios»

Em entrevista ao Avante!, José Casanova, da Comissão Política do PCP, fala da necessidade de lembrar os crimes do fascismo e o papel dos comunistas na resistência. Considerando estar em curso uma grande operação de revisão da história, o dirigente comunista afirma que esta se integra na ofensiva mais geral do capitalismo e do imperialismo, que recorre a práticas antidemocráticas e fascizantes para impor o seu domínio.

Repor a verdade sobre o fascismo e a resistência!
Dossier Tarrafal apresentado ontem

PAICV quer museu no Tarrafal
Preservar a memória em Cabo Verde

Sabes que existe una isla,
la isla de la Sal,
y Tarrafal en ella vierte sombra?

Dia 29, no Alto de São João, em Lisboa
Homenagem aos tarrafalistas