Enfermeiros comunistas convivem
No dia 4, realizou-se em Coimbra um almoço promovido pela organização dos enfermeiros comunistas, que contou com a participação de dezenas de enfermeiros, de todo o País. Este convívio, que contou com a presença de Francisco Lopes, da Comissão Política e do Secretariado, debateu e aprofundou as consequências da ofensiva do Governo contra os trabalhadores.
Entre estas, destacam-se as alterações ao Código do Trabalho que o Governo pretende aprovar, as mudanças legislativas, já aprovadas, para os trabalhadores da Administração Pública, e a destruição e privatização dos serviços públicos.
Entre os problemas que afectam o sector, foi abordada a fraca admissão de enfermeiros nas instituições prestadoras de cuidados de saúde. Actualmente, existem cerca de 3 mil enfermeiros no desemprego. Já a precariedade afecta cerca de 5 mil enfermeiros, na sua maioria jovens. A maioria destes encontra-se a suprir necessidades permanentes dos serviços pelo que deveriam ter vínculos efectivos.
A greve nacional dos enfermeiros realizada dias antes esteve também no centro do debate. A elevada adesão – a rondar os 80 por cento – e a realização da maior manifestação de sempre de enfermeiros no País foram valorizadas pelos comunistas.


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