Repudiar uma perseguição
Com «repúdio e indignação» reagiu, dia 22, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, na Figueira da Foz, à «perseguição movida a alguns trabalhadores» pela Câmara Municipal que repreendeu, por escrito, e aconselhou um trabalhador e dirigente do STAL/CGTP-IN a meter baixa médica, por ter faltado ao trabalho num dia de greve.
No mesmo dia, trabalhadores e dirigentes sindicais concentraram-se num acto de solidariedade com o seu camarada, diante da autarquia (na foto).
O representante sindical é acusado de outras ausências ao serviço, mas que «não cometeu, conforme provou na fase de inquérito», salienta o sindicato, que considerou tratar-se de uma «perseguição movida a um dirigente sindical», e acusou a secção de recursos humanos da autarquia de incompetência, por ter recorrido a serviços externos para efectuar concursos de promoção que não tiveram «em conta as funções profissionais de cada carreira, o que levou a um grande número de notas negativas nas classificações».
Segundo o STAL, largas dezenas de trabalhadores que aguardam por concursos de promoção desde Outubro de 2007, foram prejudicados nesta avaliação.


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