Desigualdade aumenta

Agravou-se o fosso entre os rendimentos de possidentes e não-possidentes nas principais economias mundiais, constata a Organização Para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), que alerta ainda para o risco de continuação desta tendência. Segundo os dados divulgados no início da semana passada, a crise global «reduziu os rendimentos do trabalho e do capital na maior parte dos países», mas são os trabalhadores os mais penalizados .

No conjunto dos 34 estados-membros, a assimetria na distribuição da riqueza cresceu mais entre 2008 e 2012 do que nos 12 anos anteriores à crise. Excluídas as prestações sociais que mitigam este facto, «depois de impostos e transferências, o rendimento dos 10 por cento mais ricos é 9,5 vezes superior ao dos 10 por cento mais pobres, quando, em 2007, esse índice era de 9 vezes», admite a OCDE.



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