Estatuto e aumento

A partir de 1 de Novembro, os guardas-florestais do SEPNA/GNR voltam a ter a designação tradicional da sua carreira profissional, são reconhecidos como agentes de um órgãos de polícia criminal e ganham uma valorização salarial de 5,2 por cento, em média, «depois de um longo processo de luta, dirigido pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais». 
A FNSTFPS, congratulando-se com estes efeitos da publicação do Decreto-Lei 247/2015, no dia 23, recordou que o estatuto profissional nele contido «foi negociado ao longo de seis meses», com o secretário de Estado da Administração Interna e a Guarda Nacional Republicana, e «corresponde a parte significativa das reivindicações apresentadas, representando um passo significativo para a dignificação profissional da carreira e das condições de trabalho dos guardas-florestais».
Numa nota divulgada esta segunda-feira, dia 26, a federação da CGTP-IN informou que «uma proposta para a atribuição dos suplementos de disponibilidade permanente, penosidade e insalubridade, não previstos no estatuto agora publicado, por recusa da GNR e do Governo PSD/CDS», será apresentada ao Ministério da Administração Interna «logo que a actual situação política se consolide».




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