Aconteu
Selecção vence europeu de futebol

A selecção portuguesa conquistou pela primeira vez na história do desporto nacional o título de campeão europeu de futebol, ao derrotar a selecção francesa por 1-0, no derradeiro jogo da competição, realizado, dia 10, em Paris.

O golo foi marcado por Éder, aos 109 minutos, numa partida marcada pela lesão de Cristiano Ronaldo, aos 25 minutos, que foi substituído por Ricardo Quaresma.

O feito foi comemorado por milhões de pessoas em Portugal e no estrangeiro. À chegada a Lisboa, a equipa foi saudada pela população e recebida pelo Presidente da República no Palácio de Belém.

Numa mensagem assinada por Jerónimo de Sousa, o PCP felicitou «a Federação Portuguesa de Futebol, os jogadores, a equipa técnica e toda a estrutura de apoio à Selecção Nacional de Futebol pela vitória alcançada no Campeonato da Europa de 2016.»

«A vitória da Selecção Nacional», afirma-se no texto, «constitui um reconhecimento ao valor do futebol português e elemento de prestígio para Portugal».



Cinco medalhas nos europeus de atletismo

A participação de atletas portugueses nos europeus de atletismo, que terminaram, dia 10, em Amesterdão, na Holanda, saldou-se pela conquista de cinco medalhas em diferentes modalidades.

Patrícia Mamona ganhou a medalha de ouro no triplo salto, com a marca de 14,58m.

No lançamento do peso, Tsanko Arnaudov, filho de imigrantes búlgaros, naturalizado português desde 2010, alcançou a medalha de bronze, conseguindo a marca de 20,59m, que constitui um novo recorde nacional.

Na meia-maratona, Sara Moreira sagrou-se campeã, seguida de perto por Jessica Augusto que conquistou o terceiro lugar na prova.

Quatro dias antes, Dulce Félix havia conquistado a medalha de prata na prova de dez mil metros. A atleta também correu a meia-maratona classificando-se em 12.º lugar, resultado que permitiu a vitória colectiva de Portugal,

Numa mensagem assinada por Jerónimo de Sousa, o PCP felicitou «a Federação Portuguesa de Atletismo, atletas e equipas técnicas pelos brilhantes resultados alcançados, que constituem um reconhecimento ao seu esforço e valor, e um elemento de prestígio para Portugal».

 


População cresce na UE e cai em Portugal

A população da União Europeia aumentou 3,5 por mil residentes (‰) entre 2015 e 2016, mas Portugal foi um dos 11 estados-membros que registaram uma quebra demográfica, segundo dados divulgados, dia 8, pelo Eurostat.

Em Janeiro último a população dos 28 estados-membros atingiu os 510,1 milhões de pessoas, um acréscimo de 1,8 milhões face ao mesmo mês de 2015.

O maior crescimento demográfico foi observado no Luxemburgo (23,3 por mil residentes), seguindo-se a Áustria (11,4‰), Alemanha (11,8‰), Malta (11,7‰), Suécia (10,6‰), Dinamarca (8,4‰) e a Bélgica (7,2‰).

As maiores quebras registaram-se na Lituânia (-11,3‰), Letónia (-8,7‰), Croácia (-8,2‰), Bulgária (-6,7‰), Grécia (-6,0‰) e na Roménia (-5,6‰).

Em Portugal, a população caiu 3,2 por mil habitantes, para os 10,3 milhões de habitantes.

A Alemanha (82,2 milhões de residentes), França (66,7 milhões), Reino Unido (66,3 milhões) e a Itália (60,7 milhões) são os países mais populosos representando mais de metade da população da UE.

 


Dívidas ao fisco aumentaram em 2015

As dívidas fiscais e não fiscais às Finanças atingiram no ano passado mais de 15,5 milhões de euros, o valor mais elevado desde 2006.

Segundo o Relatório de Combate à Fraude e Evasão Fiscal da Autoridade Tributária (AT), divulgado dia 11, mais de metade deste valor (8,3 mil milhões de euros) diz respeito à chamada dívida suspensa, ou seja, dívida que não pode ser cobrada coercivamente por se encontrar em contencioso judicial ou administrativo. Em 2007 a «dívida suspensa» representava apenas 1,8 mil milhões de euros.

Em 2015, a AT recuperou cerca de 1,2 mil milhões de euros em dívida, a maior parte proveniente do IRS (319,1 milhões de euros), seguido do IVA (269 milhões de euros), e do IRC (207,1 milhões de euros).

 


Uruguai ganha processo a tabaqueira

Um tribunal arbitral do Banco Mundial pronunciou-se, dia 8, a favor do Uruguai, rejeitando as exigências da tabaqueira Philip Morris, resultado que foi saudado na televisão pelo chefe do Estado Tabaré Vázquez.

Em 2010, o governo uruguaio decidiu aumentar o tamanho dos avisos sanitários nos maços de cigarros. A medida não agradou ao gigante helvético-norte-americano, que decidiu mover um processo contra o pequeno país de 3,3 milhões de habitantes, reclamando uma indeminização de 25 milhões de dólares (22,4 milhões de euros) por perdas provocadas pela legislação antitabágica.

Em Maio passado, a Philip Morris perdeu um processo semelhante quando o Tribunal de Justiça da União Europeia validou a directiva sobre o tabaco e indeferiu o recurso do fabricante contra a interdição de aromas como o mentol e a uniformização dos maços de cigarros.

 



Resumo da Semana
Frases