Alargar o passe social intermodal

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Os eleitos do PCP nas câmaras e assembleias municipais da Área Metropolitana de Lisboa levaram à discussão nos seus órgãos autárquicos moções em defesa do alargamento do passe social intermodal a toda a região, para todas concessionários e carreiras. Num comunicado conjunto das direcções das organizações regionais de Lisboa e Setúbal, lançado no dia 21, o Partido sublinha a aprovação destas moções em Alcochete, Almada, Amadora, Azambuja, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sintra e Vila Franca de Xira em em pelo menos 51 assembleias de freguesia de vários concelhos.

O PCP, que tem em curso uma campanha pública sobre o assunto e que apresentou na Assembleia da República um projecto-lei nesse sentido, vê o alargamento do passe social intermodal como um «instrumento central na promoção de uma outra política de transportes na AML, que tenha como objectivo central o aumento de utentes». Para o PCP, isso implica necessariamente com a «significativa redução dos custos individuais suportados pelos utilizadores» e o aumento da oferta de transportes e carreiras.

Aliás, lembra o PCP, «a única altura em que o sistema de transportes da AML sofreu um continuado aumento de procura foi exactamente quando o actual passe social intermodal foi introduzido». Nos últimos anos, fruto das opções políticas dos sucessivos governos, o passe social foi-se degradando e perdendo importância: várias empresas de transporte não integram o sistema do passe social intermodal e as zonas abrangidas são claramente insuficientes.

No comunicado, o PCP «valoriza o vasto consenso que esta proposta já logrou alcançar» e anuncia para Setembro uma nova fase desta campanha pública, dirigida sobretudo ao «esclarecimento e mobilização dos utentes». 



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