Breves
Enfermeiros de Almada-Seixal

Uma concentração promovida pelo SEP/CGTP-IN reuniu meia centena de enfermeiros do Agrupamento de Centros de Saúde Almada-Seixal, frente ao Centro de Saúde (USF) de Amora, no dia 1, ao final da manhã, prosseguindo a luta para que o serviço de atendimento complementar, realizado aos fins-de-semana e feriados, seja remunerado como trabalho extraordinário. Como explicou aos jornalistas a dirigente sindical Zoraima Prado, este é um caso único na região (ASRLVT): são retiradas horas do atendimento de segunda a sexta-feira, para as alocar aos fins-de-semana. Isto também não acontece com outros profissionais do mesmo ACES. Pelo fim desta discriminação, já ocorreu uma greve ao trabalho complementar aos fins-de-semana e feriados, em Dezembro e Janeiro.


Envelhecimento docente

Os dados que o Governo divulgou na semana passada (DGEEC, Educação em Números – Portugal 2019) sobre o envelhecimento dos professores no activo e a redução do número de alunos no sistema educativo «não trazem qualquer novidade, apenas denunciam que, na actual legislatura, pouco ou nada foi feito para o rejuvenescimento do corpo docente das escolas nem para a criação de condições mais favoráveis às boas aprendizagens dos alunos, num quadro de efectiva inclusão», afirmou a Fenprof. Numa nota à comunicação social, dia 1, a federação exigiu que, «a quebra do número de alunos no sistema educativo seja a oportunidade para uma significativa redução do número de alunos por turma», como prioridade do futuro Governo.


Defender a ADSE

Para alargar a discussão em torno da manutenção da ADSE como sistema complementar e direito dos trabalhadores da Administração Pública no activo, independentemente do vínculo contratual, e aposentados, a Frente Comum dos Sindicatos vai realizar uma tribuna pública, em Lisboa, a 18 de Setembro. O anúncio foi feito no dia 2, numa conferência de imprensa em que foi contestada a ideia de transformar a ADSE numa «mútua aberta».