Breves
AVEIRO
Intervenção urgente

O PCP critica a Câmara Municipal de Aveiro por não proporcionar uma intervenção urgente no viaduto de Esgueira e denuncia que a infra-estrutura carece de um conjunto de obras de requalificação com a maior brevidade.

Em comunicado, a Comissão Concelhia de Aveiro do PCP recorda que o viaduto, projectado nos anos 80 e valorizado patrimonialmente com os painéis cerâmicos do artista aveirense Vasco Branco, foi alvo de «ligeira intervenção» depois de, em 2003, ter sido detectado «o abatimento da estrutura superior sob a linha de comboio». Contudo, a iniciativa não «assegurou o fim do desnivelamento existente na parte superior da estrutura» nem garantiu a melhoria da acessibilidade e trânsito para peões.

«As instalações pedonais, quer ao nível superior, quer inferior, carecem de asseio e limpeza urgentes, substituição e valorização dos painéis cerâmicos degradados ou destruídos, requalificação dos varandins de segurança, assunção de medidas que ponham cobro aos cursos de água (agravados pelas chuvas) que inundam o piso inferior, requalificação total do sistema de iluminação que, por um lado interrompa os ciclos constantes de ausência de iluminação, e, por outro, dote o viaduto de um sistema luminoso que elimine a sensação de insegurança aos transeuntes», reclama, por isso, o Partido.


ALMADA
Tomar Partido

«Desde que tomou posse, o executivo PS na Câmara Municipal de Almada tem demonstrado um indisfarçável desrespeito pelos trabalhadores do município», designadamente «em tudo o que se relaciona com o apoio social que anteriores executivos da CDU tinham assumido», denuncia o boletim da célula do PCP naquela autarquia.

Na mais recente edição do «Tomar Partido», os comunistas dão como exemplos o fim do almoço convívio do Dia Internacional da Mulher, «momento que juntava as mulheres no activo e aposentadas, celebrando a luta para que a igualdade se efective e passe da lei para a vida», bem como o fim do almoço a propósito da elevação de Almada a cidade, «onde se homenageavam os trabalhadores que completavam 25 anos de serviço».

«Mas não bastou à gestão PS retirar direitos aos trabalhadores, também os retiram aos seus filhos», lamentam ainda os comunistas almadenses, recordando o fim da colónia de férias e da festa de Natal».

Alvos de crítica são ainda a desorganização dos serviços levada a cabo pela gestão PS na CMA e a decisão de não pagar o subsídio de férias antes de Junho, quando «nada na lei impede o executivo de continuar com tal prática».