Problemas agravam-se
nas estradas
do Litoral Alentejano
Utentes exigem segurança em Lisboa
Estradas perigosas

Utentes do Litoral Alentejano manifestaram-se, dia 27, em Lisboa, contra as condições da A26-1 e do IC1, exigindo o início das obras prometidas pelo Governo.

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Os autarcas de Alcácer do Sal, Grândola e Santiago do Cacém juntaram-se ao protesto organizado pelas Comissões de Utentes do Litoral Alentejano.

À porta do Ministério do Planeamento e Infra-estruturas foi aprovada uma moção onde se apela à «clarificação definitiva por parte do Governo sobre quando será efectivada a transferência definitiva destas infra-estruturas e ou a responsabilização da gestão das mesmas para a Infra-estruturas de Portugal».

O documento foi entregue ao chefe de gabinete do secretário de Estado das Infra-estruturas, Miguel Rebelo de Sousa, segundo o qual as obras da A26-1, entre Santo André e Sines, só irão recomeçar em Janeiro de 2017, enquanto o IC1, troço entre Alcácer do Sal e Grândola, denominado como «estrada da morte», ainda está em avaliação, para decidir se a estrada irá continuar nas Estradas da Planície ou se reverte para a Infra-estruturas de Portugal. Ou seja, o governante não se comprometeu com datas, nem adiantou qualquer evolução nas negociações da transferência do IC1, para que a obra seja uma realidade.

Estas estradas integram o conjunto de vias lavradas no contrato de subconcessão da Sociedade Portuguesa para a Construção e Exploração Rodoviária, S.A., genericamente designado por subconcessão da Auto-Estrada do Baixo Alentejo, e foram alvo de ruinosos processos de contratos PPP – parcerias público privadas.




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