Caminhos para um futuro melhor
Vermelho, verde, branco, lilás, amarelo e, claro está, o distintivo azul da Coligação Democrática Unitária. Assim são as cores das bandeiras que preencheram as ruas do País, erguidas por aqueles que fazem do futuro das suas cidades, o compromisso das suas vidas.
«Vota CDU, vota em gente como tu!»
A CDU é um espaço de muita gente. Pessoas com percursos diversos, interesses únicos e personalidades diferentes, o que transforma então todas estas gentes num enorme colectivo? A resposta é simples – a defesa intransigente da terra de cada um, da sua identidade, de quem a trabalha e de quem a faz andar para a frente. Nos vários desfiles que marcaram a campanha nos últimos dias, esta natureza diferenciada ficou traduzida em cada palavra-de-ordem, cada intervenção e com cada amigo que se juntava nas ruas, assumindo um só caminho, o da unidade.
«Aqui está o entusiasmo, a determinação, a grande força capaz de levar por diante a esperança e o ânimo necessários para que o povo de Lisboa tome nas mãos a transformação da sua cidade», enfatizou o Secretário-Geral do PCP, na tarde de dia 4, no Largo da Graça, perante centenas de pessoas.
Antes do comício, a CDU promoveu um vibrante desfile, desde a Rua de Sapadores. O entusiasmo foi patente, particularmente por parte de um numeroso grupo de jovens. João Ferreira, candidato a presidente da Câmara, recordou como, «para alguns», nestas eleições, «a perspectiva era varrer» a CDU. Contudo, «aqui estamos, com força, energia, combatividade e entusiasmo». Os eleitores devem escolher «aquilo que entendem que são os melhores candidatos, as melhores propostas, o melhor projecto para a cidade», «o voto que entusiasma verdadeiramente».
Joana Silva, dirigente do PEV e candidata à Assembleia Municipal, defendeu a necessidade de «uma alternativa de esquerda, que não sirva de amparo ao ciclo de alternância actual».
Amélia Saraiva, candidata à Câmara, apresentou o comício e falou sobre as prioridades da Juventude CDU. Para junto da tribuna, chamou os 24 candidatos a presidentes de junta de freguesia, dirigentes do PCP, da ID e do PEV, Francisco Lucas Mendes (mandatário concelhio da CDU), Sofia Lisboa (primeira candidata na lista para a Assembleia Municipal) e os oradores.
Na cidade invicta, a rua de Santa Catarina voltou a ser inundada pela força da CDU, numa já habitual amostra da força de que o Porto e o País precisam.
Durante a concentração, na Praça de Batalha, uma das comerciantes aproveitou o momento para cumprimentar Paulo Raimundo, deixando o seu voto de confiança, num gesto que se viria a repetir, já a meio do trajecto, com uma outra protagonista. Pequenos apontamentos que transmitem os mesmos sentimentos, a esperança e a proximidade traduzidas na palavra de ordem «Vota CDU, vota em gente como tu»!
A candidata à Câmara Municipal do Porto, Diana Ferreira, focou a importância de cada conversa por fazer até às eleições. Vizinhos, familiares, colegas de trabalho... gente como a gente, que, mesmo que não o tenham feito no passado, têm todos os motivos para votar agora na CDU.
O único voto que combate os despejos e a turistificação da cidade, que luta por mais e melhor transportes e que garante o reforço das vagas na creche. A proximidade à população é clara e reconhecida, estando comprovada pelo facto de, nesta cidade, a CDU ser a única força com um gabinete sempre aberto à população.
Do jardim Dom Fernando à Praça da República, em Viana do Castelo, a valorização da tradição começa logo com o diálogo entre o acordeão e o cavaquinho que se foi mantendo ao longo de todo o trajecto. Como referia uma das músicas tocadas e acompanhadas pelas palmas dos presentes - «Sou do Minho sou do Minho, de Viana natural, quem não conhece Viana não conhece Portugal!»
Já na praça, intervieram Cláudia Marinho e José Flores, primeiros rostos das listas à UF de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela e à CM, respectivamente.
No final do desfile de dia 7, pela Avenida de Moscavide, Gonçalo Caroço, candidato a presidente da CM de Loures, saudou «a forma calorosa como a população nos recebeu», acrescentando que isto «é o que sentimos em todo o lado, há sempre alguém que diz que a CDU faz falta, porque o concelho andou para trás nestes quatro anos» de maioria PS.
No mini-comício, apresentado por Tânia Mateus, candidata à presidência da Assembleia Municipal, Paulo Raimundo voltou a destacar a CDU, como «grande espaço de convergência» e como única alternativa para «abrir o caminho de esperança que o povo de Loures merece».
«Por uma Amadora para todos», os candidatos da CDU estão «prontos para governar esta cidade e este concelho», afirmou Paulo Raimundo, dia 7, de tarde, no final de um desfile desde o Centro de Saúde (sede) até à Avenida da República.
João Pimenta Lopes, candidato a presidente da Câmara, contou como «um grande resultado» está a ser construído, para romper com 28 anos de maiorias PS e destruição do legado da CDU, «empurrando a Amadora para a condição de dormitório».
Animados por esta «grande iniciativa», «vamos continuar a levar esta alegria e esta confiança a todos os bairros», apelou Carlos Almeida, mandatário da CDU no concelho.




