Em greve

No dia 27, os trabalhadores da Monliz estiveram em greve, exigindo aumentos salariais, um salário mínimo de 1050 euros, um novo contrato colectivo e a negociação do caderno reivindicativo. No dia seguinte, 28, foi a vez da Hanon, com o início de greves parciais (uma hora por turno) devido à recusa da empresa em negociar a valorização dos salários.

Hoje, 30, está marcada greve na INCM, com os trabalhadores a exigir mais 70 euros nos salários e sete euros de subsídio de refeição. Para ontem, estava prevista nova reunião negocial com o SITE CSRA, o SITE Norte e o SINTTAV.

A unidade de Rio Maior da Nobre Alimentação, onde é pago o salário mínimo, estará em greve no dia 4 de Maio, pela negociação do caderno reivindicativo. No dia 10, é a vez dos postos de combustível, parques de estacionamento e garagens, contra a intenção da ANAREC de acabar com direitos como o complemento do subsídio de doença, tempo de refeição e pausas.

 



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